17 novembro 2010

Folha em Branco

O que fazer diante de uma folha em branco? Escrever? Desenhar? Rabiscar? Rasurar? Pintar? Pensar numa tabula rasa? Escrever imediatamente algo para se ver livre da falta de assunto? Esperar aparecer as ideias criativas na mente? Como agir em função de um prazo estipulado?

A folha em branco não tem pressa; ela está ali, imóvel, esperando ser aproveitada da melhor forma possível. A preocupação é do escritor que terá de preenchê-la. Pensamos: será que aquilo que eu vou colocar ali será útil, servirá para alguém? O que pensarão a respeito do que eu vou escrever? Vão gostar? Vão jogar no lixo? Os escritos passarão despercebidos? Nada disso importa. Vale mais o exercício do que a expectativa de crítica. O importante é o exercício da criatividade.

A criatividade é uma palavra de difícil definição, mas uma coisa é certa: ela não cai do céu gratuitamente, pois nada vem do nada. Às vezes uma boa ideia, um insight é fruto de dias, semanas, meses ou mesmo anos de labuta. Observe a biografia de grandes cientistas: muitos deles esperaram anos a fio para poderem gritar eureka!, eu achei.

De vez em quando deveríamos relaxar e deixar que a nossa mente capte pensamentos do além, como fonte renovadora de nossa existência. Por isso, tenhamos sempre à mão lápis e papel, para não deixarmos que uma boa ideia genial se evapore por falta de registro, no exato momento em que apareceu.

A ideia anotada pode parecer banal. Não importa. É possível que depois ela se transforme em algo incomum, original, genial. Observe as novelas e os filmes: a maioria deles giram sobre o mesmo assunto, mas sempre com inovações do enredo.
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05 novembro 2010

Nossa Ginástica Mental de Cada Dia

Estamos mentalmente em forma? Nosso cérebro fica à toa? Temos sido inovadores e criativos? Temos resistido ao novo? Sabemos relaxar? Como está a nossa concentração? Aplicamo-nos ao estudo com a devida profundidade? Por que a mente de algumas pessoas é ágil e de outras lenta, sonolenta?

Tom Wujec, em seu Manual de Ginástica Mental: Como Aproveitar ao Máximo sua Capacidade de Raciocínio e Adquirir maior Rapidez Mental, dá-nos, em suas 12 estações, algumas instruções: 1) Relaxando; 2) Movimento Mental; 3) Halterofilismo Mental; 4) Ginástica Mental I; 5) Ginástica Mental II; 6) Força Mental; 7) Jogos Mentais; 8) Lembrando-se; 9) Flexibilidade Mental; 10) Equilíbrio Mental; 11) Improvisando; 12) Desempenho Máximo.

Como há uma íntima relação entre tensão física e tensão psíquica, sugere que tornemos um hábito o relaxamento do corpo. Para ele, relaxar a mente significa abandonar a necessidade de acompanhar cada pensamento que passa pelo nosso cérebro. A mente concentrada não desperdiça pensamentos; sabe que quanto mais se força a mente, mais difícil se torna a concentração.

Ele diz: “Na próxima vez que sentir tédio em uma reunião, expulse a monotonia procurando aspectos positivos”. A respeito da atenção, cita William James: “A atenção é mais fácil quanto mais rico o aprendizado e quanto mais fresca e original for a mente. O intelecto que não dispõe de material, estagnado e corriqueiro, dificilmente poderá deter-se num assunto por muito tempo”.

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15 outubro 2010

Dicionário: Uma Palavra Puxa Outra

A confecção de um dicionário On-line  traz muitos benefícios, pois ao tentarmos fazer ligação (link) entre as palavras, aumentamos sobremaneira o nosso estoque de conhecimento acerca de determinados vocábulos.

Observe a palavra Psicologia. Podemos defini-la como ciência que trata da mente e do comportamento. Feito isso, o próximo passo é fazer uma ligação com as palavras ciência, mente e comportamento. Uma única palavra evocou três. Se procedermos da mesma maneira com o termo ciência, mente e comportamento, podemos já ter mais nove palavras em nosso dicionário.

Neste simples exercício, percebemos o valor da associação de palavras, pois a lembrança de uma evoca outras. Com isso, vamos adquirindo um riquíssimo vocabulário. Mas isso não cai do céu. É sabido que a força de vontade, a perseverança, uma ação educativa, persistente e bem orientada, podem criar no indivíduo aptidões de que não era naturalmente dotado.

A palavra aptidão pode ser assim explicada: “Em presença de qualquer problema a inteligência tem de começar por compreendê-lo, tomar nota dos fatores que nele entram. Serve-se para isso, da memória, da comparação, da abstração, da generalização. A este trabalho de "compreensão" outros se juntam, como o de "direção", a dar ao curso do pensamento, para que alcance o seu objetivo; o de "invenção", sem o qual não surgiria ideia nova; e o de "crítica" que leva o indivíduo a rejeitar certas ideias que não convêm ao fim que pretende alcançar e a aproveitar outras que lhe sejam úteis”. (1)

A palavra aptidão, por seu turno, pode ser ligada com a habilidade ou capacidade de conhecimentos adquiridos... E assim vamos caminhando.

(1) EDIPE - ENCICLOPÉDIA DIDÁTICA DE INFORMAÇÃO E PESQUISA EDUCACIONAL. 3. ed. São Paulo: Iracema, 1987.

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Internet e Comunicação

Desde a invenção da máquina de escrever, as tarefas de escritório mudaram muito. Com a vinda do computador, houve um choque, pois começamos a fazer coisas que eram impensáveis sem ele. Na época da máquina de escrever, os escritos ficavam guardados, chegando, inclusive, a se perderem. Somente os que se consideravam escritores, tomavam a liberdade de publicá-los.

O aparecimento da Internet mudou completamente a maneira de nos relacionarmos com o mundo. O papel que ficava guardado já não existe mais. Os escritos ficam no próprio computador. Muitos deles são, depois, transferidos para a rede de computadores, propiciando a oportunidade de mais pessoas tomarem conhecimento da nossa maneira de pensar.

Tomemos como exemplo a ferramenta do Google, chamada Google Analyitcs. Por ela, podemos saber quem está acessando os nossos arquivos, de que lugar do mundo e que tipo de mecanismo de pesquisa está usando. Postamos um texto. Imediatamente, o mundo todo pode se inteirar dele, sem que precisemos mandar fax ou carta.

E no campo do ensino? Temos diversos cursos, denominados de "cursos à distância", em podemos estudar e aprender pelo computador, sem a necessidade de nos deslocarmos até a Escola. Observe alguns cursos oferecidos pelo Cursos 24 horas online:

Curso Aprenda a Falar em Público
Curso de Chefia e Liderança
Curso de Distúrbios de Aprendizagem
Curso de Escrita e Redação
Curso de Memorização e Leitura Dinâmica
Curso de Propaganda e Marketing
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13 outubro 2010

Distúrbios de Aprendizagem

Distúrbios de Aprendizagem. São caracterizados por problemas no sistema nervoso central, que fazem com que os indivíduos tenham dificuldade em aprender conteúdos ou atividades específicas como, por exemplo, escrever, ler ou fazer cálculos matemáticos. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, eles não são causados pela falta de inteligência ou baixo QI (Quociente de Inteligência), mas pelo contrário, algumas das pessoas que os possuem têm QI acima da média. Assim, eles constituem deficiências que são reversíveis através de uma atenção especial e formas de ensino apropriadas.

Os distúrbios de aprendizagem não são meras dificuldades de aprendizagem. Eles envolvem situações mais complexas do que o simples obstáculo na relação ensino-aprendizagem. Eis uma relação desses distúrbios: Dislexia, Disgrafia, Disortografia, Afasia, Disartria, Discalculia, Acalculia, Apraxia, Dispraxia, Gagueira, Déficit de atenção e TDAH.

Há os distúrbios de entrada e os de saída. Os de entrada dizem respeito à visão e à audição, momento em que são detectadas as informações; os de saída, dizem respeito à elaboração e transmissão do que foi aprendido.

Pais e professores devem prestar atenção no desenvolvimento da criança, pois é nessa idade que eles podem, com mais facilidade, detectar esses distúrbios.

Matricule-se no Curso de Distúrbios de Aprendizagem (CURSO 24 HORAS ONLINE) e aprenda mais sobre o assunto.

Estude Online: Lista dos Cursos 24 Horas
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28 setembro 2010

Ver e Escrever

Há um provérbio que diz para observarmos, escrevermos e depois expormos com toda a clareza. A visão de um objeto estimula os nossos órgãos dos sentidos. Caso não tomamos nota, aquele estímulo se esvai e não recebe o fluxo energético que lhe diz respeito. Contudo, se nos habituarmos a registrar essas ocorrências, vamos formando um enorme estoque de conhecimentos.

O crescimento desse banco de dados pessoal assemelha-se ao crescimento do grão de mostarda do Evangelho, ou seja, a menor das sementes tornou-se a maior das árvores. Pode ser comparado também à sentença: “Ao que muito foi dado, muito lhe será acrescentado, mas muito lhe será exigido”.

No início, escrever pode resultar num grande esforço, especialmente para vencer o comodismo e a preguiça mental. Depois, com o hábito, o procedimento se torna natural, espontâneo. Escrever tem relação com a percepção da verdade. No início, a verdade tem raízes amargas, ou seja, temos que fazer esforços para nos desvencilharmos das fantasias, dos prazeres mundanos, dos preconceitos. Depois, livres desses pensamentos, ela produz os frutos sazonados da compreensão e da serenidade do espírito.

O hábito de escrever, arraigado em nossa conduta, é como uma segunda natureza. A vontade de escrever vem-nos sem que a pedíssemos. Ela simplesmente aparece. Basta apenas que peguemos um lápis e nos coloquemos em posição de escrever, pois uma palavra puxa a outra e vamos formando frases e pensamentos. Ao divulgamos essas frases e pensamentos, estaremos auxiliando os outros seres humanos.

Não percamos a oportunidade de exercitar a escrita. Ela é de grande valia para o nosso progresso mental e espiritual.

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26 setembro 2010

Pérolas Gramaticais


As "pérolas gramaticais" servem para designar o uso de vocábulos inadequados. Eis alguns deles:
Gostaria de informar que o período de matrícula inspirou. (expirou)

Agora que estou informatizado, cobrarei meus direitos. (informado)
O maior matrimônio do país é a Educação. (patrimônio)
A vida é um conto de fábulas. (fadas)

Tiradentes, depois de morto, foi decapitulado. (decapitado)

A capital de Portugal é Luiz Boa. (Lisboa)
O principal rio nos Estados Unidos é o Mininici. (Mississipi)
O acidente foi no célebre Retângulo das Bermudas. (Triângulo)
A ciência progrediu tanto que inventou ciclones, como a ovelha Dolly. (clones)

O problema ainda é maior em se tratando da camada Diozoni. (Camada de Ozônio)

O Euninho já provocou secas e enchentes calamitosas. (El Niño)
É um problema de muita gravidez. (gravidade)

Existem raios ultra-violentos. (ultravioletas)

Os lagos são formados pelas bacias esferográficas. (hidrográficas)

Nao foi ilusão idiótica o que eu tive. (ilusão de ótica)

Isso é crime de falsidade biológica! (ideológica)
É necessário ler a bússola do remédio. (bula)
As mudanças ocorrem devagarosamente. (vagarosamente)

Como diz o ditado: é duro agradar a pobres e troianos. (gregos)
Eu concordo em gênero e número igual. (gênero, número e grau)
Acho que minha professora é lésbica, pois está sempre olhando para cima. (estrábica)

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24 setembro 2010

Leitura Dinâmica

“Compreender é entender o que se lê”.

A leitura é um processo de decodificação de símbolos gráficos. Quando lemos devagar, enviamos à mente uma mensagem fragmentada, ativamos a memória de curto prazo, por isso esquecemos. A Leitura Dinâmica é uma técnica, segundo a qual as palavras escritas são apreendidas através da visão, que as transmite diretamente ao cérebro sem "ouvi-las". Se lermos por unidades de pensamentos (leitura rápida), obrigamos o cérebro a elaborar imagens mentais que, ativando a memória a longo prazo, guardará a informação.

Numa leitura, há: o ponto de fixação (lugar onde a vista se detém para ler); parada ocular (tempo gasto durante a fixação); salto de olho (movimento feito entre um e outro ponto de fixação). Como a leitura só ocorre durante as pausas do globo ocular, o ideal seria ler por unidade de pensamentos e não de forma silábica, como normalmente fazemos. Observe que um leitor eficiente lê cerca de 500 a 800 palavras por minuto; o mau leitor, apenas 150 a 200 palavras por minuto.

O leitor dinâmico esforça-se para: reduzir os pontos de fixação; diminuir os saltos de olho; reduzir o tempo da parada ocular; acelerar os movimentos de retorno; eliminar os movimentos de retrocesso. Um leitor dinâmico vê os símbolos gráficos e evoca não cérebro a ideia correspondente.

Fonte: Curso de Memorização e Leitura Dinâmica (Curso 24 Horas)

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22 setembro 2010

Curso de Memorização e Leitura Dinâmica (Módulo I)

"A verdadeira arte da memorização é a arte da atenção".
Samuel Johnson


Os principais tópicos do Curso de Memorização e Leitura Dinâmica são:
Módulo 1: Memorização
  • Atenção, Observação e Associação
  • Inconsciente Coletivo
  • Testes
  • Concentração
  • Registros Cerebrais
  • Técnicas de Concentração
  • Exercício Respiratório
  • Técnicas de Ligação Mnemônicas
  • Encadeamento
  • Técnicas de Fixação Mnemônicas
  • Alfabeto Fonético
  • Palavras de Fixação
  • Como Memorizar Discursos, Artigos, etc.
  • Como Memorizar Datas
  • Como Memorizar Números de Muitos Dígitos
  • Como Memorizar Nomes e Fisionomias
  • Como Memorizar Características Pessoais
  • Como Memorizar Prenomes e Telefones
  • Conclusão - Memorização
É importante considerar que as habilidades são regidas por leis. A primeira estipula:
Toda habilidade desenvolve-se com a prática, até as respostas se tornarem automáticas e instintivas.
A segunda lei determina:
A habilidade deteriora-se quando não é aplicada, acabando por perder-se, se negligenciada.
Edward Lee Thorndike, psicólogo norte-americano, autor de trabalhos sobre dificuldades na aquisição de conhecimentos, autoridade em educação de adultos, declarou: A idade não é empecilho para a aprendizagem de novas profissões ou qualquer coisa que se queira fazer, em qualquer etapa da vida.
Mnemônica é aquilo que ajuda a memória, a arte de desenvolver a memória através de técnicas auxiliares, para reter com mais facilidade o que se quer aprender.
Anotações extraídas do curso:
  • Os olhos não podem ver quando o cérebro está ausente.
  • “A memória é o tesouro e a guardiã de todas as coisas”. Cícero
  • Não existe memória fraca, o que existe é memória mal treinada.
  • Para lembrar de algo, obrigue-se a ficar interessado.
  • O cérebro pode ser reestruturado. É nisso que consiste os exercícios de memorização.
  • As técnicas de ligação mnemônicas devem ser ridículas e ilógicas.
  • “Não existe esquecimento. Uma vez impressos na mente os traços são definidos”. Thomas de Quincey

Inscreva-se no Curso de Memorização e Leitura Dinâmica
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18 agosto 2010

Escrita e Redação Módulo I

NOTAS SOBRE O CURSO DE ESCRITA E REDAÇÃO (MÓDULO I) DO CURSO 24 HORAS ONLINE
O maior pesadelo da grande maioria das pessoas quando vai prestar processos seletivos como vestibulares e concursos públicos ou até mesmo participar de seleções para empregos, é a Redação.
Tipos de linguagem:
  • Linguagem oral
  • Linguagem escrita
  • Linguagem denotativa
  • Linguagem conotativa
Muitas pessoas confundem tema com título na hora de escrever um texto. Quando nos é pedido para escrever um texto a respeito de determinado assunto, muitas vezes, colocamos no lugar do título o tema sobre o qual nos foi pedido escrever.
Os momentos da produção textual
  • Inspiração
  • Transpiração
Tipos de redação
  • Narração
  • Descrição
  • Dissertação
  • Cartas
  • Ofícios
  • Relatórios
  • Atas
  • Resumos
  • Poesias
  • Autorização
  • Declaração
"Qualquer um de nós, senhor de um assunto, é, em princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um jeito especial para a redação, ao contrário do que muita gente pensa. Há apenas uma falta de preparação inicial, que o esforço e a prática vencem”. (J. Matoso Câmara Jr.)

Para mais informações, matricule-se no: Curso de Escrita e Redação
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Chefia e Liderança Módulo I

NOTAS SOBRE O CURSO DE CHEFIA E LIDERANÇA (MÓDULO i) DO CURSO 24 HORAS ONLINE

Segundo o dicionário do Aurélio, liderar quer dizer... “Dirigir na condição de líder...”,

Os 12 maiores atributos da chefia e liderança são:

1) Disposição para tentar o que não foi tentado antes;
2) Automotivação;
3) Uma percepção aguda do que é justo
4) Planos definidos;
5) Perseverança nas decisões;
6) O hábito de fazer mais do que aquilo pelo qual se é pago;
7) Uma personalidade positiva;
8) Empatia;
9) Domínio dos detalhes;
10) Disposição para assumir plena responsabilidade;
11) duplicação;
12) Uma profunda crença em seus princípios.

É fundamental que todo e qualquer trabalho em equipe otimize todo o potencial dos seus membros.

Além do conhecimento técnico do trabalho para o qual você foi ou será designado a chefiar, o que se espera é que de parte dos chefes haja uma capacitação para envolver a equipe de trabalho na obtenção dos resultados previstos.

Para mais informações, matricule-se no: Curso de Chefia e Liderança
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Como Falar em Público Módulo I

Notas sobre o Módulo I do Curso "Como Falar em Público", pelo Curso 24 Horas Online

Falar em público inclui-se entre as situações que mais geram ansiedade, preocupação e sentimentos de impotência para gerenciar os próprios atos.

Os motivos desse temor são:

  • Perfeccionismo;
  • Nervosismo;
  • Auto-imagem negativa;
  • Excesso de autocrítica;
  • Barreiras verbais e não-verbais;
  • Sensação de ridículo;
  • Instabilidade emocional;
  • Desmotivação para superar desafios;
  • Cobranças internas e externas;
  • Inexperiência na função;
  • Apresentações anteriores frustrantes;
  • Medo da responsabilidade proveniente do sucesso;
  • Falta de treino, bem como de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias à comunicação eficaz.
Se alguém lhe pedir que faça uma palestra em público, qual será a sua reação? Se você for como a maioria das pessoas, entrará simplesmente em pânico!

O receio de não conseguir cativar o público é comum. Em primeiro lugar, tire da cabeça a ideia de que o público está lá para criticar você.

O comunicador perfeito é aquele que se faz entender e fala bem, com técnica, fluidez, elegância e naturalidade em toda e qualquer situação: formal e informal, para um pequeno ou grande número de pessoa.

Nunca faça uma apresentação sem conhecer algumas informações básicas: para quem você vai falar, o que esse público quer ouvir, quanto tempo você terá, se você será o único orador, qual a ordem das apresentações, se haverá um período para perguntas e respostas, se você vai falar durante uma refeição, o local da apresentação, que instrumentos estarão à sua disposição (retroprojetor, computador com programa para fazer apresentações, televisão, lousa, etc.).

Para mais informações, matricule-se no: Curso "Aprenda a Falar em Público"
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Propaganda e Marketing (Módulo I)

Notas sobre o módulo 1 do Curso de Propaganda e Marketing, do Curso 24 horas.

Marketing é toda a atividade dirigida para a satisfação das necessidades e desejos do consumidor.

As necessidades podem ser físicas ou psíquicas (status).

Os instrumentos de ação do marketing são: Produção, Preço, Distribuição (ponto-de-venda) e Publicidade (propaganda, mala-direta, cortesias, promoções).

A função do marketing é entender a necessidade e os anseios do consumidor, fornecendo-lhe produtos e serviços que atendam às suas necessidades.

Desejos são carências por satisfações especificas que atendam às necessidades.

Demandas são desejos por produtos / serviços determinados, respaldados pela possibilidade de aquisição.

Os consumidores podem obter produtos de quatro maneiras diferenciadas: autoprodução, coerção, mendicância e troca. O Marketing se baseia na troca, ou seja, em obter o produto ou serviço em troca de algo (normalmente uma quantia em dinheiro).

“Marketing é um processo social e gerencial pelo qual indivíduos e grupos obtém o que necessitam e desejam através da criação, oferta e troca de produtos de valor com outros” – Philip Kotler.

Os diferentes tipos de marketing:
  • Marketing direto, surgido na década de 1960;
  • Marketing de relacionamento, em 1990;
  • Marketing de fidelização ou de retenção;
  • Marketing de transação;
  • Marketing social;
  • Marketing institucional;
  • Marketing internacional;
  • Marketing digital ou webmarketing
Segundo Philip Kotler, “talvez a habilidade mais diferenciadora dos profissionais de marketing é sua habilidade para criar, manter, proteger e enriquecer marcas”.

Motivação é um processo responsável pela intensidade, direção e persistência dos esforços de uma pessoa para atingir uma determinada meta.
Segundo o psicólogo David McClelland, realização, afiliação e poder são as três bases motivacionais.

Para mais informações, inscreva-se no:
Curso de Propaganda e Marketing
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06 agosto 2010

Leitura em Voz Alta

Exercitemos a leitura em voz alta; ela é uma verdadeira arte e, talvez, bem mais difícil e complexa do que a representação teatral. A leitura em voz alta educa os músculos da fonação e da articulação, disciplinando os movimentos respiratórios. Ajuda-nos, também, a ouvir melhor e prestar mais atenção aos discursos.

Diz-se que a memória retém mais fortemente a palavra ouvida que o vocábulo lido. Nesse caso, uma boa técnica é gravar a palestra (ou aula) e ouvi-la, para depois transmiti-la ao público. Além de fixar melhor as ideias, o orador aprenderá a expô-las de modo vivo, com frases bem feitas, naturais e agradáveis.

Para encontrar o tom de uma frase, façamos uso desses exemplos: 1) “Bom dia, como está você?” (tom médio da voz); 2) depois da chuva forte, encontramos um táxi e perguntamos: “Está livre?” (tom agudo); 3) ao virarmos uma esquina, encontramos uma pessoa bêbada e dizemos: “Que horror!” (tom grave da voz)
Lembremo-nos de que cada vocábulo tem um só acento tônico. O acento tônico de verdadeiramente é men; o de fertilidade, da. O Dr. Oliveira Guimarães, diz que nossa língua tende para o ritmo binário e ternário, ora sílaba forte, ora sílaba fraca. Exemplos: 1) Casa [Ca (forte); sa (fraca)]; 2) Lâmpada [Lâm (forte; pa (fraca); da (fraca)]; 3) Papai [Pa (fraca); pai (forte)]

Instruções para a boa respiração:

1) Manter a posição do tórax reta e completamente livre.
2) Nunca se pronuncie um som que seja, quando estiver inspirando.
3) Nunca respire no meio de uma palavra, no meio de uma frase.
4) Nunca esperar que os pulmões se esvaziem completamente de ar para enchê-los.
5) Procurar as vogais, principalmente a conjunção e, quando se vai dar a passagem de um membro da frase para outro e aí respirar.

Mais conselhos práticos:

1) Nunca emitir um som sem ter os pulmões cheios de ar.
2) Respirar bem. Nunca falar, inspirando.
3) Nunca forçar a voz, principalmente quando se está resfriado ou enfermo.
4) Não falar ao ar livre, máxime, no tempo frio.
5) Evitar o fumo, o álcool, as pastilhas cáusticas, os agasalhos do pescoço.
6) Nunca falar, quando houver barulho ao derredor, para não forçar as cordas vocais.
7) Ficar em silêncio entre uma conversa e outra entre uma em voz alta e outra consecutiva, e muito mais entre dois discursos. As cordas vocais necessitam de repouso.
8) Parar imediatamente ao se sentir cansado.
9) Nunca atender a bis.

Fonte de Consulta:

BUENO, Silveira. Manual de Califasia, Califonia, Calirritmia, e a Arte de Dizer. 7. ed., São Paulo: Saraiva, 1966.

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04 agosto 2010

Dicas para Ler em Público

1. Treinar a leitura. Nada de ler sem um preparo anterior.
2. Ler o texto de trás para frente e vice-versa.
3. Destacar as palavras chave (em negrito) para a entonação da voz.
4. Fazer marcações das pausas, inflexões e ênfases expressivas.
5. Formatar o texto com fonte grande e espaço duplo. Se possível, usar apenas os dois terços superiores da página.
6. Procure saber o significado de todas as palavras do texto.
7. Preste atenção à pontuação do texto. É bom saber por que uma vírgula está em determinado lugar e não um ponto final.
8. Variar as inflexões conforme o sentimento sugerido da frase.
9. Desgrude os olhos do papel. Olhe para o público a cada duas ou três palavras ditas ou antes das pausas mais expressivas.
10. Pronunciar a última frase de seu discurso ou apresentação sem olhar para o texto dá bons resultados. Decore a frase e na hora baixe o papel com o braço estendido ao lado do corpo, isso vai lhe conferir um certo ar de improviso e segurança.

Fonte de Consulta:


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06 julho 2010

Uma Herança da Pesada e o Orador

Resumo do filme: No dia de seu noivado, homem que faz palestras sobre o poder da mente descobre que herdou do pai (que nunca conheceu) um elefante de cinco toneladas. Duas pessoas se apresentam para comprá-lo. O único problema é que o próprio rapaz terá de levar o animal ao outro lado do país.

Questão: como montar uma palestra sobre um elefante?

Parece fácil, mas a tarefa não é tão simples assim. Precisamos de muita criatividade e persistência. O filme Uma Herança da Pesada (Larger Than Life), de 1996, retrata a convivência (quase todo o filme) de um ator com um elefante. Ele andou, juntamente com o animal, a pé, de caminhão, de trem; tomou chuva; foi ao supermercado...

Na montagem de uma palestra, o enfoque é semelhante, ou seja, temos que arrumar um enredo, construir argumentos, criar uma história sobre aquilo que queremos falar. Depois de preparada, temos de vendê-la, ou seja, expô-la na frente dos outros, do público.

Este filme pode servir de inspiração para prepararmos um tema. O autor teve que imaginar, anotar, discutir, filmar e refilmar até que o enredo se consumasse numa diversão para as pessoas que fossem assistir ao filme. A preparação de um filme, de uma palestra, de um escrito é como uma partida de xadrez, em que não existem peças mais ou menos importantes: todas elas dependem da posição que ocupam no tabuleiro.

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23 junho 2010

Grandes Estrategistas e Administração

Em administração, faz-se analogia com quase tudo: místicos e religiosos, pensadores e filósofos e grandes estrategistas de guerra. Dunnigan, no livro A Sabedoria dos Maiores Estrategistas, examinou as táticas e técnicas das guerras de Alexandre, o Grande, Júlio César, Carlos Magno, Gengis Khan etc., comparando-as com as atuações dos gerentes das empresas modernas.

Para ele, Júlio César (100 – 44 a.C.) foi um comunicador supremo. Por isso, enfatiza que a comunicação é o grande segredo para que algo seja concretizado. Nesse caso, os gerentes, à semelhança dos grandes guerreiros, devem aprender a se comunicar com diversos tipos de pessoas: subordinados, superiores, colegas, parceiros estratégicos, imprensa e concorrentes. Caso não o façam, estarão sujeitos ao fracasso.

Alexandre, o Grande (356 – 323 a.C.), ao liderar os exércitos gregos na conquista do Império Persa, vislumbrou-nos a coragem de enfrentar dificuldades, inclusive a própria morte. A coragem de enfrentar a morte não é privilégio somente de Alexandre, mas de quase todos os estrategistas de guerra. Os gerentes, baseando-se nos feitos desses grandes guerreiros, devem ter a coragem de tomar decisões. “Se o líder de uma empresa não tiver coragem de enfrentar tarefas difíceis, os seus subordinados também não o farão”. O líder deve ter, também, muita coragem para admitir que cometeu determinado erro.

Liderar pelo exemplo. Os grandes comandantes nunca mandaram fazer algo que não puderam ter feito antes. Diz-se que “o exemplo corrige mais que as repreensões”. Passando para o lado da gerência. Se os gerentes quiserem que os funcionários façam horas extras, fiquem além do horário preestabelecido, ele deverá ser o primeiro a fazê-lo. Como gerentes, devemos ter em mente que o exemplo contagia.

Planejamento, organização, flexibilidade, treinamento, disciplina e visão de longo prazo são termos usados nas guerras; usando-os no dia-a-dia, os gerentes nada perdem e muito ganham com essa determinação.

Fonte de Consulta

DUNNIGAN, J. MASTERSON, D. A Sabedoria dos Maiores Estrategistas: Táticas e Técnicas de Guerra em Administração. Tradução de Eduardo Lassere. São Paulo: Futura, 2001.

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16 junho 2010

Zen e a Clareza da Mente

Para alcançar verdadeira clareza da mente, o Zen propõe que a pessoa busque o “vazio” mental. O vazio nada mais é do que um estado mental sem preconceitos. De posse deste vazio, a mente não procura definir e interpretar as coisas; desprezando opiniões e visões, a mente consegue focar a realidade, sem subjetividade e sem as limitações da percepção.

O mestre Zen Shoushan mostrava uma vara e dizia: “Ao chamar isso de vara, você está se apegando. Ao não chamar de vara, você está ignorando. Então, que nome você dá a isso?” Esse koan elucida-nos sobre a clareza da mente. Ao nomearmos um objeto, apegamo-nos a ele, em virtude da definição preconcebida que o acompanha. Ao definir, ficamos bloqueados no seu conceito e não apreendemos a totalidade do objeto. É importante que a nossa visão ultrapasse a percepção física dos objetos.

O nível de inteligência de uma pessoa está sempre evoluindo. O cérebro reage positivamente à presença de estímulos; negativamente, na ausência deles. É preciso estar sempre alimentando o cérebro para ele não perder a sua força e a sua capacidade de memorizar e raciocinar. Da mesma forma que um músculo se atrofia por falta de uso, o cérebro se retrai por falta de informações.

A capacidade de focar é uma questão de disciplina mental. A disciplina mental depende muito de treinamento. Uma mente indisciplinada, por exemplo, não consegue manter-se focada em um problema para pensar claramente em uma solução. Ela se distrai, pois quer estar em muitos lugares ao mesmo tempo. É o caso das pessoas que começam muitas coisas, mas não chegam ao fim de nenhuma delas. É como a pessoa que perde a floresta em nome da árvore.

Algumas frases para adquirir a clareza da mente:

Não deixar que a mente pense que sabe uma resposta antes de realmente conhecer a resposta.
Não confundir opinião com fatos
Não limitar a realidade das coisas, impondo definições, por natureza, incompletas.
Não deixar que emoções definam os parâmetros de compreensão.
Não deixar que a mente bloqueie tudo o que os sentidos são capazes de perceber.
Não deixar que a mente pressuponha que os sentidos possam perceber todas as realidades.

Fonte de Consulta

DIFFENDERFFER, Bill. O Líder Samurai: Liderando com a Coragem, a Integridade e a Honra do Código Samurai. Tradução de Márcia Nascentes. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.

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21 abril 2010

Comunicação e Interesse

“O sapato que seve no pé de uma pessoa aperta o da outra. Não existe uma receita de vida que sirva para todos os casos”. Carl Jung.

Aristóteles, no seu livro Retórica, já nos descortinava que o interesse implicava em ativar a memorização. Ninguém esquece uma marca, uma música, um filme e um diálogo em que esteve presente o interesse do sujeito. Por isso, a comunicação tem uma perfeita relação com o interesse.

Comunicação e interesse se relacionam com a persuasão. Na persuasão, levam-se em conta três pontos fundamentais: 1) caráter de quem fala; 2) forma de pensar da audiência; 3) palavras escolhidas pelo orador.

Presentemente, a mídia tem procurado avivar o interesse do consumidor pelos anúncios digitais, aqueles veiculados na rede da internet. Ao ligarmos o nosso computador e acionarmos qualquer página, haverá a propaganda, propaganda esta que procura chamar a nossa atenção, descortinar a nossa curiosidade para que consultemos algo, tendo por objetivo a compra do produto.

Os anúncios têm a incumbência de atender a necessidades. O Adsense, do Google, sempre traz anúncios a respeito do título da página. O mesmo deveríamos fazer com relação às pessoas que nos ouvem. Atender aos seus interesses, mas de forma objetiva e clara. Nada de divagações, nada de comunicar o que não quer ouvir. Deve-se equilibrar o conteúdo emocional e racional.

Atingindo o interesse, o público sempre se lembrará de nós.

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14 abril 2010

Aprendizagem Contínua

Questão: como tornar contínua a nossa aprendizagem?

Sentenças: “Você nunca para de aprender”; “Nunca se é velho demais para aprender”; “Todos os dias aprendemos algo novo”.

Dificuldade: fomos instruídos a encher o cérebro de informações; o pensar pela nossa própria cabeça ficou em segundo plano.

Característica da aprendizagem contínua: há liberdade para questionar e discordar; a experiência deve atender às necessidades individuais; os instrutores preocupam-se com os alunos; há muita tolerância com relação ao erro; os aprendizes têm tempo para refletir; estimula-se o ritmo próprio de aprendizagem; todos são forçados a sair da zona do conforto.

Para aprendermos por toda a vida, devemos sempre nos colocar como principiantes. O que é que um principiante faz? Ele tem dúvida, ele questiona, quer saber como as coisas funcionam. Não se contenta com uma única explicação; busca informações com pessoas experientes, em livros e na Internet.

O desapego ao cargo é sumamente importante para a aprendizagem continua. Quando nos valemos do que somos, parece que já dominamos tudo. Não tendo a muleta da posição, procuramos novas maneiras de fazer as mesmas coisas.

A aprendizagem contínua diz respeito a uma análise reflexiva de nosso próprio ser. Para tanto, o ser humano deve estar inteiramente naquilo que estiver fazendo. Caso contrário, não atinge a plenitude do seu ser, que é a sua evolução moral e espiritual.

Tiremos proveito das parábolas contadas por Jesus: a cada nova leitura, novas aprendizagens são percebidas

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01 abril 2010

A Organização que Aprende

“Ninguém gosta de errar, mas todos erram”.

Ao participarmos de uma organização, pública ou privada, estaremos diante da seguinte situação: influenciamos os outros e somos por eles influenciados. O nosso exemplo, seja de que espécie for, contagia o próximo. Agimos individualmente, mas pertencemos ao grupo.

Os livros de administração dão grande ênfase ao aprendizado, principalmente ao desafio de aprender. Alguns deles dizem que é perda de tempo dedicar-se ao estudo de uma empresa medíocre, pois rebaixa as expectativas, em vez de elevá-las. Acrescentam que para aprenderem com eficiência, os alunos devem extrair o máximo de suas experiências pessoais, em vez de confiarem apenas na lição do professor.

Os integrantes de uma organização deveriam estar atentos à sigla S.A.B.E.R. (Selecionar, Articular, Batalhar, Examinar, Recomeçar). (S) Selecione uma meta que seja racional para você e para sua empresa. (A) Determine como você vai atingir a meta. (B) Coloque o plano em prática. (E) Avalie o que e como você aprendeu. (R) Determine a sua próxima meta de aprendizagem.

A organização que aprende exercita a visualização. “As pessoas que se destacam pela grande capacidade de aprender trabalham como se estivessem em dois locais ao mesmo tempo. Conseguem executar o trabalho em curso e simultaneamente prever o futuro e preparar-se para ele”. É por isso que estão sempre visualizando um mundo melhor, pois sabem que as imagens têm força: elas esclarecem e ficam marcadas na memória. Não é sem razão que as pessoas têm facilidade de lembrar de imagens e dificuldade de lembrar de frases.

O modo como as pessoas reagem ao erro é de vital importância para o aprendizado da organização. Há quatro espécies de erro: 1) negar que houve erro; 2) esconder o erro; 3) admitir o erro e procurar culpado; 4) admitir e o erro e aprender com ele. A quarta espécie deveria ser seguida por todos os integrantes de uma organização. Por quê? Porque o erro é individual, mas o que importa é o aprendizado da organização. A reação mais produtiva é reconhecer o erro, tratar de aprender com ele e dividir o conhecimento adquirido com toda a organização.

"Errando, corrige-se o erro". Nada de apontar culpados e bodes expiatórios. Tenhamos em mente que a organização deve sempre estar em primeiro lugar, porque é o local de todos, inclusive o nosso.

Fonte: WICK, Calhoum W. e LÉON, Lu Stanton. Os Desafios do Aprendizado. Tradução de Carmem Youssef. São Paulo: Nobel, 1997.

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26 março 2010

Os Segredos do Bom Atendimento

1. Determine que os problemas devem ser solucionados rapidamente. Há empresas que permitem que o funcionário resolva o problema no exato momento em que foi comunicado.

2. Faça auditorias periódicas. Há empresas que checam os serviços dos call centers a cada três meses, por meio do cliente-surpresa.

3. Ouça (de verdade) o cliente. Saber o que vai bem e onde estão os principais problemas é o primeiro passo para um atendimento de qualidade. Procurar os clientes que dão nota baixa para saber das suas razões.

4. Não subestime uma queixa. Mesmo um erro aparentemente banal merece atenção. Ele pode se transformar numa bola de neve ou indicar que algo mais complexo não vai bem.

5. Peça desculpas por seus erros. Se o cliente percebe que o pedido foi sincero, volta a contratar os serviços.

6. Entenda que cliente fiel é garantia de crescimento. Segundo estudos da consultoria Bain & Company, a fidelização que dá lucro é a espontânea – não a que perde o consumidor com carências e multas.

Fonte: Revista Exame. Edição n.º 964, de 24/03/2010, p. 26 e 27.

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06 março 2010

Argumento e Argumentação

Não pensemos que argumentar é expor os nossos preconceitos de forma diferente. Argumentar é apresentar razões que fundamentam uma conclusão. Os argumentos, nesse caso, ajudam a pensar por nós mesmos, no sentido de defendermos os nossos pontos de vista. O primeiro passo para se compor um argumento é perguntar: O que queremos provar? Qual é a conclusão?

Para bem argumentar, devemos nos ater a algumas regras. Eis algumas delas: apresentar as ideias numa ordem natural; partir sempre de premissas confiáveis; reorganizar os argumentos até encontrar a ordem mais natural; ser concreto e conciso; evitar termos abstratos, vagos ou genéricos; evitar a linguagem apelativa; usar um termo sempre no mesmo sentido, evitando a ambiguidade; para generalizar, usar mais de um exemplo.

As técnicas de argumentação são muito úteis para a construção do pensamento próprio. Por meio delas podemos detectar uma falácia, uma ambiguidade, uma má colocação de palavras, o logro político, a falta de lógica nos raciocínios e as premissas frágeis. Aprendemos também a usar o contraexemplo, no sentido de testar a solidez de nossos raciocínios ou mesmo para nos defendermos das más colocações alheias.

Suponha que uma pessoa chega até nós e faça a seguinte afirmação: toda a humanidade é egoísta. Nós, em contrapartida, poderíamos lhe dizer que o nosso vizinho é dedicado ao seu filho. Ela poderia retrucar que o nosso vizinho está fazendo o que quer fazer, e isso continua a ser egoísmo. Observe que essa pretensa pessoa usou o termo egoísmo em dois sentidos diferentes: no primeiro caso o egoísmo refere-se ao comportamento interesseiro, egocêntrico; no segundo, ele estende o termo para ações não-egoístas.

Para uma boa generalização, devemos reunir mais de um exemplo. Mesmo assim, podemos representar mal o universo sobre o qual está sendo feita a generalização. As pesquisas sobre eleições ilustram essa afirmação. Podemos dizer: todo o mundo no meu bairro apoia fulano de tal; consequentemente, ele vai ganhar as eleições. E os outros bairros e as outras cidades? Devemos usar uma amostragem representativa de todo o universo dos eleitores.

Como vemos, há muitos detalhes a serem tratados na argumentação. O importante é estar atento ao que dizem as pessoas, principalmente com os números e os aumentos percentuais.

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