11 março 2020

5 Passos para Aprender Qualquer Assunto

"Se você não consegue explicar algo de forma simples, então você não entendeu o assunto." (Richard Feynman, prêmio Nobel de Física em 1965)

Seu princípio básico é a verdade. Dizia: "Nunca se autoengane, você é a pessoa mais fácil do mundo que pode enganar." O que eu realmente sei? O que com certeza eu não sei? Sua honestidade intelectual obrigava-o a ir a fundo em tudo que o interessava.

Os 5 Passos

Passo n.º 1  Escolha um assunto que quer entender e comece a estudá-lo. Busque o máximo de conteúdo disponível [vídeo, livro, internet...]. Depois, escreva em uma página em branco, em tópicos, tudo o que estiver aprendendo sobre o assunto, e de preferência à mão, que é uma das formas (cientificamente comprovada) mais eficazes para assimilar o conteúdo.

Passo n.º 2  Finja ensinar o assunto aprendido para alguém. Organize as ideias em ordem lógica, com começo, meio e fim, e falando em voz alta para ajudar a reter o que se está falando, usando sempre termos muito simples, evitando ao máximo o uso de jargões técnicos, para facilitar o entendimento de quem ouve.

Passo n.º 3  Identifique suas falhas na explicação. Mapear as partes que se sentiu inseguro ou quando foi complexo demais. Faça uma marcação nos pontos da exposição que podem ser melhorados.

Passo nº 4  Corrija o conteúdo aprofundando o conhecimento e simplificando a explicação. Se for falha de conteúdo, volte ao passo , estude mais a fundo e reforce o aprendizado. Se for falha de complexidade excessiva, simplifique, resumindo por meio de analogias.

Passo n.º 5  Refaça todo processo quantas vezes for necessário.

As partes mais fundamentais da técnica Feynman é o uso de analogias. As analogias visuais ajudam a conexão com o nível de entendimento de quem ouve.É a forma mais simples de explicar um fenômeno desconhecido e complexo.

Não se iluda. Para conseguir simplificar, é necessário dominar o assunto, sendo fiel à teoria ou ao conteúdo a ser explicado

Usar as perguntas (o quê? Como? Por quê?) quantas vezes for necessário.

Vários benefícios

1) Você vai desenvolver sua capacidade de pensar criticamente.
2) Você tomará decisões mais assertivas e melhor embasadas.
3) Ao aprender a ensinar, você se se ensina a aprender.

Notas extraídas do vídeo: (https://youtu.be/TVHUs67kwRk)


08 outubro 2019

Origem dos Algarismos

Estamos sempre à procura das origens. Em se tratando dos algarismos, há algumas explicações que são fantasiosas. Eis algumas delas: 1) os formatos dos algarismos representam tantos ângulos (Ver figura) quanto o numeral deve indicar; 2) os formatos dos algarismos apresentam tantos segmentos (Ver figura) quanto o numeral deve indicar; 3) os numerais eram representados por pontos (Ver figura) que posteriormente teriam sido ligados dando origem aos nove sinais conhecidos.

Georges Ifran, em sua História Universal dos Algarismos, diz-nos que, em 4000 a.C., os primeiros algarismos da história foram inventados para substituir as pedras por objetos, fazendo-os corresponder a uma ordem de unidade de um sistema de numeração: um pauzinho simbolizava a unidade; uma bilha, a dezena; uma esfera, a centena. Na baixa Mesopotâmia, houve diferença de detalhes, pois a tradição era sexagesimal. Acrescenta que o homem orienta-se pelo seu corpo, conta com seus dedos. Além disso, foi universalmente ajudado por pedras, conchas, pauzinhos etc.

Em 2000 a.C., depois de as letras terem sido inventadas, poder-se-ia escrever números por meio delas. O sistema consistiu em atribuir às letras uma ordem: primeiro, os valores numéricos de 1 a 9 e depois, por dezenas, de 10 a 90 e em seguida por centenas etc. Os matemáticos da Grécia antiga racionalizaram a numeração no quadro do sistema decimal. O domínio mágico e divinatório preocupou-se com a soma dos valores das letras constitutivas de uma palavra. Exemplo: o número 26 tornou-se um número divino para os judeus. YAHWEH (Y + H + W + H = 10 + 5 + 6 + 5 = 26).

A jornalista Katharyne Bezerra diz que há mais 
de 30.000 anos, os homens da caverna sentiram a necessidade de contar objetos e suas conquistas. Para isso, usavam pedaço de madeira ou um osso, que servia para fazer traços. Para cada animal adquirido, um traço era adicionado. No final, tinha noção da soma dos animais conseguidos daquele dia. Depois de se tornar sedentário, tem necessidade de controlar os seus animais. A cada animal que saia pra pastar um pedra era colocada dentro de um saco; quando os animais voltavam, retirava as pedras do saco.

Os números hoje utilizados foram criados pelos indianos no século V na era cristã, mas só foram difundidos para todo mundo pelos árabes. Por essa razão, os algarismos ficaram conhecidos como indo-arábicos.

14 setembro 2019

Curso sobre Conservação de Alimentos

Há muito tempo o Cursos 24 horas atua no mercado online. Oferece diversos cursos por meio de vídeo-aulas dinâmicas e interativas, com tutor virtual, exemplos e exercícios. Há também apostilas, que podem ser baixadas e impressas. Uma vez matriculado em um curso, o material fica disponível para futuras consultas. Ao término do curso, pode-se imprimir um certificado ou recebê-lo pelo correio.

"No Curso de Métodos de Conservação de Alimentos, além de conhecer a fundo sobre os males causados pelos organismos celulares, você também ficará por dentro da importância que esses micro-organismos têm na ciência dos alimentos e como se desenvolve a ação benéfica deles. Conhecerá também a melhor forma de higienizar, preparar e armazenar os diversos tipos de alimentos, como carnes, peixes, frutas, verduras, legumes, etc."

Historicamente, a conservação de alimentos começa em 4000 a.C., quando o homem primitivo utilizava recursos encontrados na natureza: gelo, calor do sol, fogo e fumaça (defumação). Em 450 a.C., no Egito, a carne de aves era desidrata e salgada. No século XI, na França e Espanha, o bacalhau era salgado. No século XVIII, todas as nações começam a usar lata de ferro estanhado. No século XX e XXI, é descoberta a pasteurização por Louis Pasteur. Mais tarde surge a Ultrapasteurização, processo pelo qual o leite é submetido a temperaturas entre 140ºC e 150ºC por 2 a 4 segundos e imediatamente resfriado para temperatura inferior a 32ºC.

Neste curso aprendemos sobre intoxicações, contaminações, atuação dos micro-organismos, aditivos alimentares etc. Em se tratando da contaminação, temos: contaminação pelas águas residuais, pelo solo, pelo ar, pelos animais, pelas frutas e verduras etc. 

Algumas dicas durante as compras:
  • Não utilize embalagens reaproveitáveis. Elas podem conter micro-organismos indesejáveis.
  • Para os congelados, é importante que os freezers estejam arrumados sem uma camada espessa de gelo. Os produtos a serem adquiridos não devem conter queimaduras provenientes do frio.
  • Não adquira legumes e vegetais em conserva que estiverem com as embalagens amassadas.
  • Sobre derivados do leite, cuidado para que estes não estejam estragados. Verifique se a tampa não está abaulada.
  • Observe a cor da carne (a bovina deve ser bem vermelha e a suína, rosada).

Para mais informações acesse Curso Métodos de Conservação de Alimentos


17 junho 2019

Neuropedagogia

Neuropedagogia é uma área de conhecimento que engloba a Pedagogia e a Neurociência. Tem por objeto o estudo do funcionamento do cérebro e sua influência no processo de ensino e aprendizagem. Um curso, com este nome, incluiria o estudo do cérebro, a aprendizagem, o ensino e as relações com a educação especial.

Quanto ao cérebro, destacaríamos: 1) plasticidade. A capacidade que o cérebro tem de se modificar e se adaptar; 2) neurônios. As células responsáveis por transmitir os impulsos nervosos; 3) sistema límbico. O gerenciamento de nossas emoções e comportamentos diante dos outros; 4) memória. A capacidade de nos relacionarmos com o passado, compreender o presente e planejar o futuro.

Quanto à aprendizagem, incluiríamos: 1) estudar e aprender. A ato de obter informações e fazer bom uso delas; 2) importância do ambiente. A cor das paredes, o silêncio exterior, entre outros, ajudam sobremaneira a atenção e concentração no estudo; 3) aprendizagem e as emoções. A pessoa aprende bem quando sente motivação para o que lhe é ensinado; 4) inteligências múltiplas. Dentre as sete, destacamos: inteligência lógico-matemática, linguística e musical; 5) fases da vida e suas características. Crianças de 1 ano de idade têm necessidades totalmente diferentes de outra de 10 anos.

Quanto ao ensino, especificaríamos: 1) o papel do professor. Hoje, diferente de outras épocas, o professor é responsável por formar a "ponte" entre os alunos e os conteúdos a serem ensinados; 2) o papel da escola. Por estar inserida em uma comunidade, deve levar em conta o contexto em que vivem os seus alunos; 3) o papel da família. É essencialmente o de transmitir os valores morais de seus membros; 4) temas transversais. O seu principal objetivo é propor uma educação que tenha preocupação com a cidadania e a vida social e política dos alunos; 5) tecnologias de ensino. Filmes, áudios e uso do computador são bem-vindos.

Quanto à neuropedagogia na educação, teríamos: 1) distúrbios de aprendizagem. São dislexia, discalculia, disgrafia etc.;  2) psicomotricidade. Estuda o corpo em movimento em relação ao seu mundo interno e externo; 3) educação inclusiva. Incluir na escola regular os alunos com necessidades especiais.

Para mais informações, consulte curso de Neuropedagogia (Cursos 24h)




27 novembro 2018

Assertividade

"Os submissos atraem os abusadores como o pólen atrai as abelhas".

Asserto. Opinião emitida como verdadeira ou assim considerada; liberdade emocional de expressão. Assertivo. Em comunicação, diz respeito ao locutor que declara algo, positivo ou negativo, assumindo inteiramente a sua validade. Em psicologia, aquele que demonstra segurança, decisão e firmeza nas atitudes e palavras.

A maioria das pessoas pode ser presa fácil da manipulação. O medo pela perda de um emprego ou de uma posição social leva o indivíduo a obedecer passivamente o seu superior. Observe quantas não são pessoas, que se encontram tristes e cabisbaixas, simplesmente porque têm vontade de agir de um determinando modo e não o fazem por medo de sofrer represálias e imposição de terceiros.

Embora o "sim" seja mais fácil de dizer, o "não" pode ser mais instrutivo. Essa é a essência da assertividade, ou seja, saber quando dizer sim e quando dizer não. Geralmente dizemos sim por comodismo, por não querer contrariar o nosso semelhante. Mateus, em seu Evangelho, alerta-nos: "Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; pois o que passa daí, vem do Maligno". Lembremo-nos também do ensinamento de Jesus: "Se tu mesmo, desenvolva a tua personalidade".

Na vida, temos de escolher: dependência ou liberdade. Optamos por obedecer para não desagradar ninguém. E nós? Por que não nos concentramos em nossos próprios objetivos? É possível que aquela proposta não faça parte do nosso projeto de vida. Nesse caso, perdemos o nosso precioso tempo, que registra as marcas de nossa evolução material e espiritual.

Não há duas almas iguais. Sigamos o nosso caminho e deixemos que cada um siga o seu.

Para mais informações, leia "O Direito de Dizer Não", de Walter Riso, publicado pela L&PM POCKET


08 agosto 2017

Frases sobre Oratória

"Um homem nunca se torna orador quando tem algo para dizer." (Finley Peter Dunn, humorista do início do século vinte)

Os oradores "Podem ser melhor descritos como [pessoas] que, antes de se levantarem, não sabem o que irão dizer; quando estão falando, não sabem o que dizem; e quando voltam a sentar-se, não sabem o que disseram." (Winston Churchill)

“Bom orador é o que se convence a si mesmo antes do convencer o auditório.” (Carlos Drummond de Andrade)

“O orador vive à espera da catástrofe para transformá-la em motivo de oratória.” (Carlos Drummond de Andrade)

"Oratória: uma conspiração entre o discurso e a ação para enganar a inteligência. Uma tirania atenuada pela estenografia." (Ambrose Bierce)

Oscar Wilde comentou sobre um orador seguro: "Ele sabe exatamente quando não dizer nada."

28 janeiro 2017

8.º Hábito: da Eficácia à Grandeza - Notas do DVD

Para entendermos o 8.º hábito, saibamos o conteúdo dos sete primeiros, publicado em 1989. Os três primeiros dizem respeito a Independência e Autodomínio: Hábito 1: Ser Proativo; Hábito 2: Começar com o Objetivo em Mente; Hábito 3: Primeiro o Mais Importante. Os três seguintes referem-se à Interdependência: Hábito 4: Mentalidade Ganha-Ganha; Hábito 5: Procure Primeiro Compreender, Depois ser Compreendido; Hábito 6: Criar Sinergia. Por último, o Hábito 7: Afinar o Instrumento. Em 2004, foi publicada a sequência de Os Sete Hábitos: "O 8.º Hábito: da Eficácia à Grandeza".

Stephen Covey começa este DVD explicando que a natureza humana está dividida em quatro partes: body (corpo), mind (mente), heart (coração) e spirit (espírito). As 4 partes representam 4 capacidades, 4 necessidades, 4 inteligências, 4 dimensões, honradas, respeitadas e integradas e postas em uma única sinergia. Com isso, a pessoa pode encontrar a sua voz, e também ajudar os outros a encontrar a voz deles. Possuir uma voz significa usar o talento e a paixão em benefício do que o mundo precisa. A voz é movida pela consciência (espírito), pela necessidade (corpo), pela paixão (coração) e talento (mente), todos integrados.

As dificuldades que as pessoas têm para encontrar sua voz pode ser expressa no que ele chama de "cinco cânceres emocionais em metástase", que nada mais são do que a atitude e o espírito de criticar, comparar, reclamar, competir por sua auto-estima e de discutir.

O 8.º hábito, que se usa na nova "economia inteligente", ou seja, a tecnologia da informação, e se sustenta nos outros sete, porém como uma terceira dimensão dos outros sete, tem um norte: encontre sua voz e ajude os outros a encontrar a deles.

Em sua exposição deu ênfase à liberdade de escolha, que se fundamenta na observância dos princípios, que são universais, eternos e evidentes por si mesmos, e nas quatro inteligências: mente (I.Q.), coração (E.Q.) corpo (P.Q.) e espírito (S.Q.).

Trabalha sempre com os 4 aspectos (corpo, coração, mente e espírito). Se tudo estiver ligado, inclusive com a supervisão do Criador, a pessoa tem uma vida cuja voz será ouvida.

Relembra-nos: "Vamos concordar com a regra básica de que ninguém fará sua argumentação até que tenha entendido completamente a argumentação do outro".

Finaliza com as palavras de Teilhard de Cardin: "Não somos humanos passando por uma experiência espiritual. Somos seres espirituais passando por uma experiência humana".

20 janeiro 2017

Como Falar para as Pessoas Ouvirem

Vídeo de 10 minutos bastante objetivo sobre falar em público, inclusive com exercício para o aquecimento da voz.

18 janeiro 2017

Infoempresário

Infoempresário é uma palavra que foi criada por H. Skin Weitzin, em seu livro O Poder da Informação, para designar uma nova geração de empresários que estão o tempo todo usando os recursos da informática. Na realidade é a pessoa que coleta, organiza e dissemina informações, como empreendimento comercial ou como serviço de valor.

No capítulo 3, “Personalizar as Informações”, temos:

Operações e Produção.  Compilação, Computação, Cópia e Comparação de dados. Este é o primeiro nível onde ocorre a “Trituração de números”, onde 80% das informações são extraídas, manuseadas e armazenadas.

Controle de Gerenciamento. Tem a incumbência de inovar e atualizar as informações. Representa 15%.


Sistemas de Gerenciamento de Informações. Sintetização e coordenação das informações. Neste nível, as informações altamente personalizadas são usadas pelo pessoal do nível sênior. Representa 5%.


Gráfico:





WEITZEN, H. Skip. O Poder da Informação: Como Transformar a Informação que você Domina em um Negócio Lucrativo. Tradução de Kátia Aparecida Roque. São Paulo: Makron, McGraw-Hill, 1991.




26 outubro 2016

Motivação e Inspiração

Clóvis de Barros Filho (1966) é advogado, jornalista, escritor e professor universitário brasileiro.

Nesta palestra, faz um passeio pela filosofia enfatizando que cada um de nós deve achar o seu lugar na vida e seguir em frente com destemor.

Questão: O que será que tem de acontecer na vida para ela valer a pena?

Aristóteles: excelência de si mesmo.

Jesus Cristo: entrega e o amor.


Spinoza: alegria e potência de agir.

Rousseau: liberdade e fidelidade aos próprios valores.

Felicidade é um instante que não gostaríamos que terminasse.