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10 fevereiro 2015

Criatividade: Frases

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"Uma pessoa criativa não é uma pessoa normal a quem foi acrescentado algo... e sim uma pessoa normal de quem não foi tirado nada." (Edward Von Schneider)

10 Regras sobre a criatividade

01) Vivei prazerosamente!

02) Sede visionário!

03) Fazei algo diferente!

04) Deixai acontecer. Não fiquei vos obstaculizando!

05) Que se dane; tomai riscos!

06) Pensai grande!

07) Reconhecei e validai vossos sucessos! 

08) Esperai pelo inesperado!

09) Dai suporte; recebei suporte!

10) Agi imediatamente! 

20 Atitudes para estimular sua criatividade

01) Conviva com pessoas criativas. 

02) Leia, informe-se sobre pessoas e soluções criativas. 

03) Encontre novas maneiras para fazer as coisas.

04) leia livros sobre criatividade.

05) Participe de seminários e palestras onde ideias novas são apresentadas.

06) Escreva um caderno com todas as ideias que você tem. Releia-o uma vez por semana.

07) Pratique algum esporte ou atividade que relaxe sua mente para que o subconsciente digira as informações.

08) Discuta as ideias.

09) Interesse-se por diferentes coisas ou atividades diferentes e não relacionadas com seu trabalho.

10) Aborde os problemas com mais curiosidade e mente aberta.

11) Desafie o "jeito tradicional de fazer a coisa".

12) Gere ideias e soluções inovadoras para o problema.

13) Estimule ideias criativas nos outros.

14) Defenda novas iniciativas dentro e fora do trabalho.

15) Estimule os outros a mudanças e desenvolvimento. 

16) Se duas pessoas concordam ficam onde estão. As ideias não crescem, não se desenvolvem.

17) Dê chance aos outros. Escute. Seja positivo.

18) Nunca esteja satisfeito. Procure sempre por outras alternativas.

19) Pergunte: o que? Onde? Como? Por que? De que maneira? Quem?

20) Reconheça o esforço nos outros para motivá-los a produzir mais e mais.

 

 



29 julho 2011

Técnicas para Liberar a Criatividade

No livro Um Cérebro para a Vida Inteira, encontramos um item bastante importante para ajudar o nosso pensamento. Chama-se: Libere a sua Criatividade. Abaixo vão as técnicas que nos ajudam a nos libertarmos de reflexos e modos de raciocínio habituais.

Brainstorming — Consiste em liberar o maior número de ideias, mesmo as mais despropositadas, evitando todo o tipo de censura para não inibir a imaginação dos participantes.

Analogia — Consiste em verificar as similitudes entre diversas áreas. A Biônica, por exemplo, estabelece as analogias entre o ser vivo e as descobertas tecnológicas, assim como entre os pássaros e os aviões.

Dissociação — Consiste em analisar um objeto ou serviço de modo alternativo. Poder-se-ia ir perguntando como seria se aumentasse ou diminuísse de tamanho, se fosse aplicado em outra função, se fosse modificado etc.

Método dos seis chapéus

Edward de Bono, psicólogo e especialista em criatividade do pensamento, deu origem a essa técnica, que consiste na exploração de uma questão segundo seis esclarecimentos diferentes.

Chapéu branco — descreve fatos e dados, de forma neutra.

Chapéu vermelho — fornece o ponto de vista emocional.

Chapéu preto — ressalta os riscos e as fragilidades de uma ideia.

Chapéu amarelo — antecipa os pontos de vista positivos e as vantagens.

Chapéu verde — oferece o ponto de vista criativo.

Chapéu azul — conduz o debate. Seu papel é reunir as argumentações para extrair uma visão global. 

Fonte de Consulta

Um Cérebro para Vida Inteira. Tradução Ana Valéria Lessa... e al. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2010, p. 278

 

 

26 junho 2008

Noções de Criatividade

1. O que é criatividade?

A palavra criatividade é polissêmica, isto é, sujeita a várias opiniões e teorias. Não existe uma concordância se a criatividade seria um aspecto distinto da inteligência ou uma faceta desta não explorada. Um dos pontos convergentes das diversas teorias diz respeito à emergência de algo novo, tanto do ponto de vista de algo original quanto de algo que surge através das diversas associações. Pode-se dizer que a inteligência é a capacidade de organizar informações, fazer comparações, formular conceitos e propor soluções, enquanto a criatividade seria modo de usar a inteligência.

2. O óbvio e o criativo

Há sempre dois modos de se dizer a mesma coisa: o óbvio e o criativo. Não resta dúvida que o criativo é melhor. Exemplo: vim a pé; melhor dizendo, vim andando.

3. O paradoxo da escola

Einstein, quando criança, foi um verdadeiro fracasso. Sentia grande dificuldade em matérias como história e geografia e um dos seus professores, inclusive, chegou mesmo a prever um futuro sombrio para ele: "— É um debilite! Não vai chegar a lugar algum!

Thomas Edison, aos oito anos, ao ser matriculado na escola do reverendo Engle, em Detroit, foi chamado de "retardado" e de "estúpido". Por causa da sua dificuldade em aprender, Edison foi praticamente expulso e nunca mais frequentou escola alguma.

Gandhi também foi um aluno medíocre. Sofreu muito com a tabuada e costumava voltar para casa correndo para que seus colegas não pudessem zombar da sua “burrice". Tinha um raciocínio muito lento e uma memória péssima.

Fato: eles superaram todas as expectativas, contrariaram todas as previsões e acabaram se tornando celebridades universais.

4. Pensar criativamente é "pensar lateralmente".

Segundo Edward De Bono, "raciocínio vertical é cavar cada vez mais fundo no mesmo buraco, enquanto raciocínio lateral é tentar de novo em outro lugar". Em termos práticos, isto quer dizer que se não encontramos respostas satisfatórias para determinados problemas (do jeito que estamos procurando) devemos procurá-las em outro lugar, de outra maneira, olhando sob outro ângulo e através de outras associações. E a "chave" para pensar lateralmente é usar, simplesmente, a expressão... "e se...?"

— E se em vez de dividir eu multiplicar? - E se em vez de pintar de verde eu pintar de vermelho? - E se em vez de ir por aqui eu for por ali? - E se em vez de deixar aqui eu puser ali?

5. Perseverança e determinação

Louis Pasteur teve um derrame cerebral aos 46 anos, ficando com todo o lado esquerdo do corpo paralisado. Nessa época ele ainda não era um cientista famoso e ainda estudava a pebrina, uma doença que atacava a cultura dos bichos-da-seda. Mesmo debilitado pela doença e deprimido pela morte prematura das suas três filhas, Pasteur continuou trabalhando, pesquisando. Como se não bastasse tanta dor e tanto sofrimento, Pasteur ainda foi ridicularizado na Academia de Medicina por suas teses sobre a esterilização dos ambientes hospitalares. Mas continuou trabalhando, pesquisando. Até que em 1885 – quase vinte anos depois do derrame sofrido – Louis Pasteur trata e cura, pela primeira vez na história da medicina, um garoto atacado por raiva.

6. Lembretes sobre a aprendizagem da criatividade

1 — Se alguém já fez, você também pode fazer. Se ninguém ainda fez, você pode ser o primeiro a fazer. Santos Dumont pensava exatamente assim. É esta forma de pensar que distingue o gênio das pessoas comuns

2 — Jamais diga: "vou estudar"; diga simplesmente: "vou aprender". Esta simples mudança de afirmação vai provocar uma revolução fantástica no seu cérebro.

3 — Nem todas as verdades são explicadas pela razão. Há verdades que pertencem ao mundo da imaginação e outras que pertencem ao mundo da fé. No entanto, todas são verdades. Jamais esqueça disso antes de chamar alguém de ignorante.

4 — A imaginação é a fonte da criatividade. E a ousadia, a fonte das realizações. Portanto, o grande segredo é... Sonhar e tentar. E quanto mais, melhor.

5 — Só os gênios, os santos e os rebeldes dignificam a raça humana. E, destas três condições – genialidade, santidade e rebeldia – uma você pode "disparar" agora, neste momento: a rebeldia. Como? É simples: indignando-se profundamente contra a injustiça, contra a tirania e contra todos os atos que reduzem – principalmente os pobres – à condição de sub-raça humana.

Fonte de Consulta

http://www.camarabrasileira.com/dez.htm

Cd-Rom Universidade e Comunicação



10 junho 2008

Criatividade e Propaganda

A palavra criatividade é polissêmica, isto é, sujeita a várias opiniões e teorias. Não existe uma concordância se a criatividade seria um aspecto distinto da inteligência ou uma faceta desta não explorada. Um dos pontos convergentes das diversas teorias diz respeito à emergência de algo novo, quer seja produto, ideias ou mesmo invenção, tanto do ponto de vista de algo original quanto de algo que surge através das diversas associações. O mais importante é que o produto ou a ideia nova atenda a uma necessidade vital.

Em termos teóricos, a criatividade pode surgir da revelação divina, da loucura, do gênio intuitivo, do associacionismo etc. Para Freud, a criatividade é originada em um conflito dentro do inconsciente (id). Mais cedo ou mais tarde, o id produz uma solução para o conflito. Para E. G. Schachtel, a criatividade seria a capacidade do indivíduo permanecer "aberto" ao mundo, sustentando a percepção alocêntrica (centrada no objeto), contra a percepção autocêntrica (centrada em si próprio). Para Arthur Koestler, todos os processos criadores seguem um padrão comum, por ele chamado de bissociação, que consiste na conexão de níveis de experiência ou sistemas de referência.

A relação entre o lado direito e o lado esquerdo do cérebro é também evocada neste estudo. Segundo Katz, as pessoas altamente criativas, ao fazerem referência a seus atos, discriminam dois aspectos: em um deles, o problema que está sendo trabalhado é percebido, de repente, sob um novo ângulo, ocorrendo uma reestruturação de velhas ideias e alcançando-se uma nova síntese. O segundo aspecto diz respeito à elaboração, confirmação e comunicação da ideia original. O primeiro caso estaria sendo processado no hemisfério direito do cérebro, que é por sua natureza intuitivo; o segundo diz respeito ao hemisfério esquerdo, que é racional e lógico.

A Propaganda não é uma Arte nem uma Ciência. Ela é uma Técnica manipulativa. Seu propósito essencial, capital, não é interpretar, explicar, ou dignificar, mas persuadir, manipular. Nesse sentido, a propaganda tem muito a ver com números, cifrões, pois o que se mira é o lucro. Manipular não quer dizer enganar, nem tampouco dignificar, ou morrer de respeito por quem é manipulado. Seu propósito é apresentar um produto ou uma ideia de modo persuasivo, valendo-se para isso de todos os mecanismos da mente, principalmente aqueles descobertos por Pavlov, ou seja, os reflexos condicionados.

O marqueteiro, político ou não, não está muito preocupado se o indivíduo manipulado vai gostar ou não. Para ele, o que está em jogo é a venda da ideia ou do produto, no sentido de transformá-la em lucro. Observe o trabalho de propaganda numa campanha eleitoral. Apela-se sempre para o lado emotivo do público, prometendo-lhe o paraíso, aqui mesmo na Terra. Se proceder de outra forma, o adversário faz exatamente isso, e acaba ganhando as eleições.

Sejamos críticos quanto à propaganda. Não a desdenhemos de forma radical, nem tampouco aceitemo-la de modo passivo. Todas elas querem nos vender alguma coisa. Compremos somente aquelas que dizem respeito ao nosso modo de vida.

Fonte de Consulta

Cd Rom Universidade e Comunicação