05 dezembro 2011

Demóstenes e os Quatro Elementos da Retórica

Demóstenes (384-322 a.C.) foi político e orador ateniense. Para vencer a sua gagueira, declamava poemas enquanto corria na praia contra o vento e forçava-se a falar com seixos na boca. Com isso, não só venceu a gaguez, mas conseguiu dar maviosidade à sua voz.

Para Demóstenes, uma peça oratória deveria se fundamentar em:
  • 1) uma grande pessoa;
  • 2) um evento inesquecível;
  • 3) uma mensagem convincente;
  • 4) uma transmissão primorosa.
Para sermos uma grande pessoa, não precisamos ser presidente do país, ou de uma grande multinacional; basta chefiarmos grupos de trabalho, orientarmos alunos e criarmos motivação para jovens em uma comunidade carente. É suficiente que sejamos o melhor naquilo que pudermos ser. Se conseguirmos irradiar entusiasmo, senso de humor, perseverança e otimismo, com certeza, as pessoas que estão à nossa volta vão parar para nos ouvir.
Para que foquemos apenas os eventos inesquecíveis, temos de renunciar àqueles que não os são. Muitas vezes, temos que rejeitar convites para pronunciamentos que não fazem parte de nosso projeto de vida. Isso não é muito fácil, porque queremos sempre agradar ao nosso próximo, ao convite que nos foi feito. Mas, será que ele faz parte de nossas aspirações do momento? Aprendamos a dizer não, quando nossa consciência a isso nos obriga.
Uma mensagem convincente. Para que nossa mensagem seja convincente, precisamos ganhar a simpatia do auditório. Nesse caso, urge prepararmos mentalmente aquilo que vamos proferir em público. Um orador, sem critério, não chega a lugar nenhum. No final do discurso, o público poderá dizer: “falou, falou, mas não disse nada”.
Uma transmissão primorosa. Aqui, devemos ter em mente a postura do orador diante de seu publico. São os seus gestos, o timbre de sua voz, o modo como estabelece contato visual com o seu público etc.
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29 novembro 2011

Rumo às Energias Renováveis.

A cada ano que passa, a quantidade de lixo (domiciliar e industrial) aumenta sobremaneira: algumas dessas espécies são deixadas nas calçadas; outras, jogadas em córregos, bueiros e rios.

Lembramos, também, dos materiais que poderiam ser reciclados, levando-se em conta os 3 Rs, ou Minimização de resíduos.
Os três 3 Rs são:
1) Reduzir o lixo evitando o desperdício;
2) Reaproveitar tudo o que for possível antes de jogar fora;
3) Reciclar.
Para mais informação inscreva-se no Curso de Reciclagem e Energias Renováveis, oferecido pelo Cursos 24h
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11 novembro 2011

5 Falas dos Líderes

1) Os líderes falam quando há muita coisa em jogo
Depois de uma tragédia nacional, quando uma empresa lança um novo produto, quando um problema de difícil solução surge no centro das atividades de uma organização, é a hora de o líder discursar e fazer a diferença.
2) Os líderes falam como representantes de suas organizações
Os lideres têm que ser eles mesmos, mas quando se pronunciam deve atender aos interesses de suas organizações. Por outro lado, o êxito de qualquer empreendimento depende muito da capacidade de persuasão de seu líder.
3) Os líderes falam o tempo todo
Não só quando é convidado para falar na televisão, no rádio ou em teleconferência. É no dia a dia, ou seja, na conversação com o ascensorista, com o copeiro, ele está exercendo o seu papel de líder, porque irá influenciar positivamente ou negativamente essa pessoa com que teve contacto.
4) Os líderes falam porque esse é o seu trabalho
Os líderes devem estar sempre atentos para com todos os seus funcionários. Suponha que ele tenha um cientista, que não saiba se comunicar, ou mesmo ser persuasivo. Como irá vender o seu produto? "Conhecimento não é poder; comunicação do conhecimento, sim".
5) Os líderes falam para influenciar e inspirar
Eles não estão demasiadamente preocupados em transmitir uma informação, eles falam para comunicar um ponto de vista, uma orientação ou um entusiasmo particular.
Fonte: WITT, Christopher e Dale Fetherling. Líderes de Verdade não Usam PowerPoint: Como Vender suas Ideias e se Autopromover. Tradução de Eduardo Rieche. Rio de Janeiro: BestSeller, 2011.
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08 novembro 2011

Organização e Administração

A Organização, em Administração de Empresas, é a “ciência do rendimento”. Procura aproveitar o máximo possível os recursos existentes, seja de pessoal seja de capital empregado. A organização prepara o funcionamento para a posterior entrada da Administração.

Há várias definições de Organização. Embora conflitantes entre si, todas tendem ao mesmo objetivo final: “A construção de um organismo apto ao trabalho eficiente”.

Eis algumas delas:
  • “Organização é o processo de combinar o trabalho que devem realizar indivíduos ou grupos, com capacidade necessária para a sua execução, de modo que as tarefas assim engendradas sejam a melhor forma de aplicação eficaz, sistemática, positiva e coordenada do esforço disponível”. (Olivier Sheldon)
  • “Organizar é constituir o duplo organismo, material e social da empresa, a fim de muni-la de tudo aquilo que é útil ao seu funcionamento: material, ferramentas, capitais e pessoal”. (Henri Fayol)
  • “Organização é a arte de empregar, eficientemente, todos os recursos disponíveis, a fim de alcançar determinado objetivo”. (Henri Dutton
São fases da organização:
  • a) previsão: é o conhecimento antecipado das necessidades e problemas do organismo, facilita o equacionamento dos fatores necessários à solução dos principais problemas num lapso de tempo que permita o aproveitamento no máximo integral da oportunidade;
  • b) planejamento: é a distribuição racional, no tempo e no espaço, dos elementos necessários à consubstanciação dos objetivos propostos; dá uma visão global do futuro organismo, permitindo a correção de erros com um mínimo de dispêndio;
  • c) implantação: é a efetivação do que foi previsto e planejado.
Em síntese: A Organização prevê, planeja e implanta; a administração, controla, coordena e gerencia.

Fonte de Consulta: EDIPE - ENCICLOPÉDIA DIDÁTICA DE INFORMAÇÃO E PESQUISA EDUCACIONAL. 3. ed. São Paulo: Iracema, 1987.
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04 novembro 2011

Obviamente, Certamente, Claramente

São palavras usadas para persuadir o ouvinte da verdade que se está afirmando. Elas têm o poder da retórica, ou seja, efeito retumbante. Em muitos casos, é justificável o seu uso, pois não podemos desejar, a todo o momento, explicitar as evidências daquilo que estamos tentando expor.

Onde pretendemos chegar com essas observações?

Em muitos casos, o uso de tais termos serve apenas para confirmar um argumento tendencioso ou uma conclusão falsa. Se começarmos o nosso discurso dizendo: “Obviamente, a comunicação de tal médium é verdadeira, porque ele é um médium famoso”, nós estamos substituindo a premissa por esta palavra de persuasão.

Segundo Nigel Warburton, em seu Pensamento Crítico de A a Z, “O uso de palavras de persuasão nem sempre é consciente, particularmente em conversação. Os usuários dessas palavras nem sempre estão tentando convencê-lo de algo que eles sabem não ser verdadeiros; muitas vezes estão apenas usando um modo abreviado para expressar suas próprias convicções”.
De qualquer maneira, cabe-nos, sempre que for possível, passar pelo crivo da razão, da lógica e da coerência aquilo que nos foi exposto.
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31 outubro 2011

Oratória: A Importância do Treinamento

Muitas pessoas querem falar de improviso, achando que essa atitude é a mais correta para se apresentar a uma plateia. Às vezes, somos pegos de surpresa e temos de nos valer do improviso. Porém, quando formos convidados para desenvolver um determinado assunto, temos que treiná-lo e, se possível, gravando e ouvindo antecipadamente aquilo que pretendemos expressar em público.

Lembremo-nos de que toda vez que falamos em público estamos sendo um comunicador, estamos causando certa impressão em alguém. Nada mais justo que essa impressão possa penetrar no seu âmago, tornando-o ciente daquilo que estamos querendo comunicar. A maneira de dizer algo muda o impacto sobre as pessoas.

Quando um orador se mostra organizado, ele exala mais confiança no público. E como podemos parecer organizado se falamos a esmo, sem direção, sem o público saber do que se trata e onde queremos chegar com o nosso discurso? O treino faz-nos cortar as coisas desnecessárias e irrelevantes. Ajuda-nos, inclusive, a verificar o que deve vir antes e o que deve vir depois. Por isso, uma palestra deve ser curta, focada e objetiva.


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6 Características dos Comunicadores Fora de Série

Organização. Ele não está para perder tempo. Seu objetivo não é impressionar, mas informar, convencer, influenciar, entreter ou esclarecer. Sua mensagem é bem estruturada e claramente definida.

Paixão. O comunicador fora de série exala entusiasmo e convicção. Se ele mesmo não tem paixão pelo seu tema, por que outra pessoa teria? A sua energia contagia e convence.

Carisma. Ele faz tudo ao seu alcance para envolver a plateia. Seduz o seu público com naturalidade.

Naturalidade. Seu estilo está mais próximo de uma conversa do que uma palestra.

Capacidade de entender a platéia. Grandes oradores aprendem tudo sobre a plateia antes de começar a sua palestra.

Determinação para praticar. Quem pratica se desenvolve.

Extraído de: KOEGEL, Timothy J. Como se Tornar um Comunicador Fora de Série: Aprenda a Fazer Apresentações Excepcionais e Conquiste Qualquer Plateia. Tradução de André Costa. Rio de Janeiro: Sextante, 2011.
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29 outubro 2011

Discurso e Vaguidão

Muitas vezes queremos dar ênfase ao nosso discurso e dizemos “as pesquisas mostram que...” e completamos com um pensamento qualquer. A frase “as pesquisas mostram” é muito vaga, pois não apresentamos nenhuma informação específica sobre as referidas pesquisas.

Na qualidade de orador, expositor ou divulgador de ideias, precisamos inteirar-nos dessas pesquisas. Quem conduziu a pesquisa? Quantas pessoas participaram da pesquisa? Local em que as pesquisas foram conduzidas? Que métodos utilizou? Houve alguma comparação com outras pesquisas do mesmo gênero? Suponha que terminada a palestra, alguém queira respostas a essas perguntas. Como atendê-lo, se não as temos em mãos?

O dever do orador é transmitir a verdade ou aproximar-se ao máximo dela. Caso não queiramos nos comprometer, podemos simplesmente mudar a maneira de dizer a mesma coisa, o modo de expressar aquela informação. Em vez de dizermos que “as pesquisas mostram”, expressemos o fato como uma ideia, uma opinião.

Essa lembrança é sumamente importante, porque podemos estar falando coisas simplesmente por falar sem ter consciência das consequências de tais palavras. Observe a vaguidão do discurso político em que se expressam muitas palavras sem dizer nada.

Em matéria de oratória, tenhamos em mente que sempre podemos aprender alguma coisa.
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26 outubro 2011

Cérebro e Pensamento

“Tudo mudou, exceto nosso modo de pensar”. (Albert Einstein)

Folheando o livro Novas Estratégias do Pensamento, de Edward De Bono, tomamos conhecimento que o cérebro só percebe o que está diante dele, geralmente de forma padronizada. Ele responde com padrões fixos. Reagimos ao novo nos termos conhecidos.

Uma pergunta intrigante, retirada deste livro: se você está fazendo bem certa coisa, como essa coisa pode ser ruim? Quando se nos apresentam um problema, tentamos resolvê-lo. Quando algo não vai bem, tentamos acertá-lo. Quando algo está inadequado, tentamos adequá-lo ao padrão. O que fazer quando as coisas estão indo bem? O que é ir bem? Mas, essa mesma coisa não poderia ser melhorada?

Todos estão indo numa certa direção. Se alguém vai em direção contrária, está errado. E, se o que estiver indo em direção contrária, estiver certo? A história não está repleta desses exemplos?

De Bono afirma que: “O cérebro foi concebido para aprender por meio de repetidas exposições. Aos poucos os padrões vão se formando. Depois, esses padrões são usados em ocasiões futuras. A opção pelo padrão apropriado depende do juízo. Não existe no cérebro um mecanismo natural para o pensamento criativo ou para o pensamento projetivo. Queremos saber ‘o que é’ para podermos responder com um padrão rotineiro conhecido e comprovadamente eficiente.”
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12 outubro 2011

O Professor e a Tecnologia da Informática

Antigamente, tínhamos aula de caligrafia e um caderno para cada matéria; muita coisa era feita com o lápis. O quadro negro, como era chamado, servia para quase tudo numa sala de aula. O professor escrevia na lousa e nós copiávamos a matéria.

Hoje, estamos na era da informática. O aluno já nasce “antenado” com a nova tecnologia, que já faz parte da vida dele. A idade em que as pessoas já querem um celular vai diminuindo cada vez mais.

No Olhar Digital, programa da RedeTV, que vai ao ar aos domingos, às 15h40min, assistimos a uma reportagem em que todos os alunos de uma classe tinham um laptop pessoal.

Em vista disso, perguntamos: qual a função do professor diante da nova tecnologia da informática? Como mudar um hábito, arraigado ao longo do tempo? Como nos adaptarmos aos novos rumos do mundo moderno? Este parece ser o grande problema que os professores e alunos deverão enfrentar.
Para mais informações entre em:

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21 setembro 2011

O Orador e suas Expectativas

Tese: Para que uma coisa aconteça, urge acreditarmos que ela vai acontecer; dificilmente, conseguimos ultrapassar as nossas expectativas.

Pergunta: o que você pensa que vai acontecer quando se defrontar com o auditório?

Suponha que tenha preparado bem o seu tema: fez diversas anotações, pesquisou em enciclopédias e livros concernentes, refletiu o suficiente, elaborou a sua apresentação em PowerPoint e idealizou o roteiro, com começo, meio e fim. Depois de tudo isso, surge a pergunta-chave: como está o seu interior? Qual a sua expectativa com relação à sua exposição?

Dando continuidade ao problema das expectativas, paremos um pouco e pensemos sobre mais algumas questões: o que você deseja? Até onde pretende ir? Quer apenas conquistar uma situação financeira confortável? Quer somente mostrar o seu conhecimento? Quer ser mundialmente famoso? Sendo isso o deseja, não poderá alcançar mais do que isso.

É como a história do homem comum que pergunta ao sábio o que é a felicidade. Este lhe responde: — Olhe para o mundo: o que vê? — Vejo casas, prédios, fazendas... — Olhe mais. — o mar, o céu, as estrelas... — Olhe mais. — Creia-me, senhor, não vejo mais nada. — Se é só isso o que você vê, como posso ensinar-lhe o que é a felicidade?

Você nunca passou pela experiência de um auditório entusiasmado? É possível que não tenha contado com essa possibilidade. Em outras palavras, impôs uma limitação a si mesmo. Essa limitação é o resultado da imagem que fazemos de nós mesmos (auto-imagem).

A auto-imagem nada mais é do que o conjunto de todas as nossas experiências passadas, todos os nossos êxitos e fracassos, todas as nossas vivências, boas ou más. As críticas e os elogios de nossos familiares, amigos e adversários têm grande influência na formação de nossa auto-imagem. Com o passar dos anos, essas observações ficam impregnadas em nosso subconsciente. São elas que limitam a nossa própria imagem.

Para reflexão: que tipo de experiências negativas estão limitando o meu proceder?

Auto-avaliação da imagem do orador

1) Num auditório vazio, sente-se, feche os olhos e relaxe. Pense que está ouvindo a sua própria palestra. Como se sente? Fica atento? Pega no sono? Quer sair do auditório? Qual a sensação de ouvir a si mesmo?

2) No mesmo auditório vazio, procure pensar que está subindo ao tablado para falar. Que tipo de sensação tem ao se deparar com um auditório lotado? Tem um frio na barriga? Está realmente disposto a falar? Apreensivo? Tem vontade de desistir de tudo? Ir embora?

3) Localize os seus pontos fracos e fortes. Corrija os fracos e dê ênfase aos fortes.

Fonte: MILHAM, Dick. Caris-Mágica: Para Falar em Público. Aprenda a Impressionar pela Oratória. Tradução de Gabriella de Mendonça Taylor. Rio e Janeiro: Record, s.d.p.
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20 setembro 2011

Comunicação: Ênfase

Para direcionarmos a atenção do público sobre determinado assunto, nada melhor do que uma figura e frases de efeito. Eis um exemplo:




PROCURADO VIVO OU MORTO!
BOA RECOMPENSA PARA QUEM
PRENDER O CIGARRO ASSASSINO!
CUIDADO! É DE ALTA PERICULOSIDADE!
JÁ MATOU MILHÕES!



Fonte
: Izidoro Blidstein. Técnicas de Comunicação Escrita. 22. ed. Ática, 2006, p. 92
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30 agosto 2011

Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade

Tese: Passar da interdisciplinaridade para a multidisciplinaridade e desta para a transdisciplinaridade.
  • A interdisciplinaridade e multidisciplinaridade estão situadas num plano bidimensional.
  • A transdisciplinaridade situa-se num espaço tridimensional. O conceito de transdisciplinaridade está num nível hierárquico superior, produzido pela ligação de várias disciplinas diferentes em um nível hierárquico inferior.
  • Alguns pesquisadores na fronteira da ciência mente-cérebro começaram a perceber o valor da abordagem transdisciplinar. Por exemplo, uma pessoa formada em física está estudando filosofia, psicologia e lingüística. Quer se aproximar de um conceito científico de “consciência”.
Ver figura abaixo.


Fonte: Compreendendo o Cérebro: Rumo a uma Nova Ciência da Aprendizagem. Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômicos (OCDE). Tradução de Eliana Rocha. São Paulo: Senac, 2003, p. 134

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20 agosto 2011

Persuasão e Retórica

  • Os Três Gêneros da Persuasão.
  • Diretriz Geral da Persuasão.
  • As Repetições.
  • A Premissa Básica da Retórica.
  • A Elaboração de um Discurso.

Leia o Texto em PDF
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19 agosto 2011

Cérebro e Alimentação

Um cérebro jovial precisa de diversidade; a monotonia deixa-o meio atrofiado, pois os seus detectores sensoriais acabam se acostumando com o mesmo tipo de informação. Não percebendo nenhuma surpresa, não faz esforço para aprender, para captar o novo. É por isso que se diz que não devíamos comprar o jornal sempre na mesma banca e nem comer sempre no mesmo restaurante.

Há bons e maus alimentos. Acostumados com os apelos da propaganda, desviamos o foco daqueles produtos que realmente contêm as quantidades de ferro, zinco, cobre, magnésio, e ômega 3, que o cérebro necessita. Deveríamos voltar os nossos olhos para o levedo de cerveja, que contém vitamina B1, a carne vermelha, que contém ferro, o espinafre que contem magnésio, etc. Por preguiça ou comodidade, acabamos suprindo tudo isso com os vitaminados.

Para o cérebro, o café da manhã é a principal das refeições. Depois de 8 a 10 horas de jejum, ele começa o dia com as suas parcas reservas de açúcar. Para turbiná-lo, usemos queijo, pão integral, leite, café, cereais e frutas. Não é recomendável tomar apenas uma xícara de café ou chá. Estudos mostram que a concentração e a eficiência intelectual são maiores nas pessoas que se alimentam bem de manhã. Diz-se, também, que quem toma um bom café da manhã tem menos chance de engordar.

O chocolate amargo, com 50% de cacau, é perfeito para a nutrição do cérebro. O chocolate branco, muito gorduroso, deve ser evitado. Além do mais, o chocolate é relaxante e antidepressivo. Em qualquer momento do dia, quando sentirmos que as nossas energias estão se esgotando, podemos fazer uso de um quadrado ou dois de chocolate amargo, que logo nos sentiremos restabelecidos.

O excesso de sal é causa da hipertensão. Evitemo-lo, temperando os nossos alimentos com mais condimentos naturais, tais como o gengibre e o alho. Esta recomendação serve também para o açúcar. E mesmo que achemos que comemos pouco sal ou açúcar, fiquemos atentos nos produtos que compramos prontos. Por isso, sempre que possível, olhemos o seu rótulo, com as descrições dos ingredientes utilizados.

É no cérebro que se processa o raciocínio. Deixemo-lo sempre ágil e jovial para que o tenhamos pelo resto de nossa vida.

Fonte: Um Cérebro para a Vida Inteira. Tradução de Ana Valéria Lessa... et al. Rio de Janeiro: Redear’s Digest, 2010, p. 68 a 105 (Vinte Dias Alimentando o Cérebro)

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04 agosto 2011

Cinco Palavras para Estimular o Cérebro

1) Dificuldade

Para desenvolvermos novas competências, fixemos objetivos além de nossa capacidade, mas não muito além, pois o fracasso pode prejudicar os planos e nos proporcionar o desânimo, tendo, como consequência, o estresse.

2) Rapidez

A tentativa de solucionar rapidamente exercícios simples é mais estimulante para o cérebro do que a satisfação de resolver problemas complicados.

3) Novidade

Tentemos sempre o desconhecido, pois a rotina emperra muitas das suas engrenagens.

4) Regularidade

"O hábito faz o monge", alerta-nos o anexim. Somente a regularidade permite consolidar o conhecimento adquirido em qualquer domínio: esporte, ensino, lazer etc.

5) Recompensa

É o resultado de todo o esforço de comprometimento pessoal. Pode ser o quadro pintado, os cuidados com a horta, a criação de uma rede social etc.

Fonte: Um Cérebro para a Vida Inteira. Tradução de Ana Valéria Lessa... et al. Rio de Janeiro: Redear’s Digest, 2010, p. 58.

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29 julho 2011

Técnicas para Liberar a Criatividade

No livro Um Cérebro para a Vida Inteira, encontramos um item bastante importante para ajudar o nosso pensamento. Chama-se: Libere a sua Criatividade. Abaixo vão as técnicas que nos ajudam a nos libertarmos de reflexos e modos de raciocínio habituais.

Brainstorming – Consiste em liberar o maior número de ideias, mesmo as mais despropositadas, evitando todo o tipo de censura para não inibir a imaginação dos participantes.

Analogia Consiste em verificar as similitudes entre diversas áreas. A Biônica, por exemplo, estabelece as analogias entre o ser vivo e as descobertas tecnológicas, assim como entre os pássaros e os aviões.

Dissociação – Consiste em analisar um objeto ou serviço de modo alternativo. Poder-se-ia ir perguntando como seria se aumentasse ou diminuísse de tamanho, se fosse aplicado em outra função, se fosse modificado etc.

Método dos seis chapéus

Edward de Bono, psicólogo e especialista em criatividade do pensamento, deu origem a essa técnica, que consiste na exploração de uma questão segundo seis esclarecimentos diferentes.

Chapéu branco – descreve fatos e dados, de forma neutra.
Chapéu vermelho – fornece o ponto de vista emocional.
Chapéu preto – ressalta os riscos e as fragilidades de uma ideia.
Chapéu amarelo – antecipa os pontos de vista positivos e as vantagens.
Chapéu verde – oferece o ponto de vista criativo.
Chapéu azul – conduz o debate. Seu papel é reunir as argumentações para extrair uma visão global.

Fonte: Um Cérebro para Vida Inteira. Tradução Ana Valéria Lessa... e al. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2010, p. 278

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12 julho 2011

Curso de Educação Infantil

Curso sem Mensalidades

Desenvolva o potencial das Crianças. Inclui alfabetização, jogos, entre outros.

  • Você sabia que a Educação Infantil representa um mercado de trabalho em ampla expansão?
  • Que educar crianças pequenas é muito mais que brincar e cuidar? E que há métodos e fundamentos nesta educação?
  • Você sabia que pesquisas mostram que esta primeira etapa da educação determina o quanto a criança vai ser bem-sucedida depois, ao longo da vida escolar?
  • Você sabia que há muitas atividades que integram brincadeira e aprendizagem para estimular adequadamente as crianças muito pequenas, que podem ser feitas tanto pelos pais em casa como por professores em salas de aula?
O Curso é inteiramente on-line, com vídeo-aulas, apoio de tutor e apostila com atividades sugeridas para imprimir e copiar.
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09 julho 2011

Ensinar e Aprender: Mais Dicas

  • O aprendizado tem que ser contínuo. Não se aprende uma lição e tudo já está resolvido.
  • Comecemos pela ignorância e caminhemos para a consciência da ignorância. Se, em seguida, evitarmos a arrogância, poderemos chegar à sabedoria.
  • Aprender é estado de espírito e não somente a intelectualidade.
  • Geralmente, vemos a realidade segundo as nossas crenças. Olhando também, pelas lentes alheias, teremos condições de um aprendizado mais eficiente.
  • Para aprender com êxito, devemos duvidar até da dificuldade que um tema possa nos oferecer.
  • Façamos qualquer tipo de pergunta. A curiosidade requer o uso constante das perguntas, sejam de que espécie forem.
  • Nada de tirarmos conclusões apressadas. Cientistas e filósofos só o fazem depois de longa pesquisa e considerações.
  • Ensinar não é impor certezas, mas gerar dúvidas, tal como fazia Sócrates na Antiguidade.
  • Lembremo-nos de que a carreira do futuro é a do professor. Por quê? Todos serão obrigados a ensinar o que aprenderam, o que descobriram, o que inventaram.
  • Depois de cansados, podemos ir ainda mais longe.
  • Começo de uma boa educação: as crianças devem ser conscientizadas que a brincadeira só acaba quando elas guardarem os brinquedos.

Para mais informações, leia o livro Superdicas para Ensinar a Aprender, da Editora Saraiva.

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08 julho 2011

Ensinar a Aprender: Dicas

  • Bons professores são aqueles que nos inspiram a pensar por nós mesmos.
  • O desaprendizado mais difícil: libertar-se de crenças e comportamentos do passado. Eles parecem ervas daninhas; ficam arraigados em nosso subconsciente.
  • Para nos tornarmos bons professores/aprendizes, há uma exigência: transcendermos a zona de conforto.
  • Valhamo-nos mais dos exemplos dos grandes homens do que da imensidão do seu discurso. Não sem razão, diz-se que “o exemplo corrige muito mais do que a repreensão”.
  • Como alunos, aprendamos além da sala de aula.
  • O papel do professor é propor ideias, realçar pontos, estimular a pesquisa e a curiosidade.Nada de dar tudo mastigado.
  • Ser competente, presentemente, é ter a capacidade de aprender dia a dia e não simplesmente acumular informações.
  • “Juntar o “injuntável””. Eis uma boa técnica para desenvolver a criatividade.
  • Não temamos cometer erros. Sem eles, há pouco aprendizado.
  • Quem se coloca como expositor, acaba aprendendo mais do aquele que somente ouve.
  • Curiosidade: Por que não aplicá-la aos estudos sérios?
Para mais informações, leia o livro Superdicas para Ensinar a Aprender, da Editora Saraiva.

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Educação a Distância - 10 Motivos para Estudar




Motivo 1 Rápido e Prático motivo 1
Fazer Cursos Online é uma forma rápida e prática de aprender. É possível iniciar um curso em qualquer dia, não é necessário apresentar documentos ou participar de processos burocráticos para iniciar as aulas.



Motivo 1 Valores Acessíveis motivo 2
Nossos cursos variam entre R$ 20,00 e R$ 60,00. Um treinamento parecido em outras instituições pode custar mais de R$ 500,00. Nossa eficiência e alto volume de alunos possibilitam oferecer cursos de alta qualidade por valores reduzidos. Além disso, não há nenhuma cobrança de mensalidade em nossos cursos, eles são pagos uma única vez.



Motivo 1 Flexibilidade motivo 3
O processo é totalmente flexível: Flexibilidade de Local, Flexibilidade de Horário, Flexibilidade de Duração do Curso. Estude de onde preferir, da sua casa, trabalho, faculdade, lan-house ou de qualquer computador, faça nos seus horários disponíveis e conclua os cursos em quanto tempo desejar. Tudo é feito de acordo com seu ritmo, sem compromisso com prazos e horários fixos.



Motivo 1 Não necessita se locomover motivo 4
Fazendo nossos Cursos Online você não gasta com locomoção até uma escola presencial, não perde tempo no trânsito. Isso significa mais tempo livre para estudar, resultando em um melhor aproveitamento.



Motivo 1 Banco de Currículos motivo 5
Diversas empresas contatam-nos e solicitam indicações de alunos para vagas de emprego. Ao estudar conosco, você pode incluir seu currículo no Banco de Currículos e ser indicado para vagas relacionadas aos cursos feitos.



Motivo 1 Certificado Válido em Todo o Brasil motivo 6
O Certificado é válido em todo o Brasil e em vários outros países, ele pode ser utilizado em faculdades, empresas públicas e privadas, concursos e provas de título, entre outros.



Motivo 1 Empresa Mantenedora da ABED motivo 7
O Cursos 24 Horas é uma empresa mantenedora da ABED - Associação Brasileira de Educação a Distância. Nosso nome e logo é exibido na página de Mantenedores da ABED.



Motivo 1 Funcionários treinados conosco motivo 8
Outra prova de qualidade do sistema de ensino é o número de empresas que já tiveram funcionários treinados conosco. Veja na imagem ao lado algumas dessas empresas.



Motivo 1 Seu Currículo fica Atualizado motivo 9
Todos os cursos podem ser incluídos em seu currículo. As pesquisas comprovam que manter o currículo atualizado é uma das formas mais eficientes para ser promovido, conseguir um novo emprego, ou até mesmo evitar uma demissão do emprego atual.



Motivo 1 Professores Altamente Qualificados motivo 10
Uma equipe de professores altamente qualificados fica à disposição para atender aos alunos, corrigindo exercícios, enviando material adicional e tirando todas as dúvidas que possam surgir durante o curso.




Para mais informações, entre em: Cursos Online: Relação de Cursos 24 Horas

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29 junho 2011

Ctrl (Control)/C Ctrl V – Copiar/Colar

O copiar/colar, atitude proveniente da era da informática, deve ser bem ponderada. Embora a legislação caminhe a passos lentos neste novo setor de intercâmbio de ideias, devemos respeitar os direitos autorais, tal qual o fazemos quando citamos uma obra ou copiamos parte de um texto.

Em termos do desenvolvimento do nosso pensamento, quais são os inconvenientes de copiar e colar? Quando copiamos e colamos não exercitamos a nossa escrita, o nosso raciocínio. Nem pela cabeça do outro pensamos, pois não tivemos nenhum trabalho, não fizemos nenhum esforço pessoal. Somos apenas o Ctrl C/Ctrl V.

Escrever, com as próprias palavras, é extremamente salutar para o nosso desenvolvimento pessoal e intelectual. Por que copiar, se temos inteligência, raciocínio e vontade próprios? Observe: a mudança de comportamento é uma atitude que envolve todo o nosso ser. Se adquirirmos o hábito de pensar por nós mesmos, ele fará parte de nosso ser.
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28 junho 2011

Pesquisar na Internet

A Internet é um vasto campo de informações. Isso não resta dúvida. Para aproveitá-la ao máximo, precisamos de algumas orientações.

Ao se deparar com um texto, verifique se o autor está identificado ou se é um especialista no assunto. Observar o manejo da língua portuguesa. Notar, também, se suas opiniões estão baseadas em argumentos e evidências.

Não se fiar muito no primeiro lugar do Google. Sabemos que a fórmula usada baseia-se, essencialmente, no número de acessos e na quantidade de links apontados para a página. Há, porém, empresas que se prestam o colocar alguns sites em primeiro lugar.

Dependendo do assunto, lançar mão da pesquisa avançada do Google. Em muitos casos, digitar as palavras entre aspas já é o suficiente.

Fonte: Revista Nova Escola, n.º 242, maio de 2011, p. 84 a 87

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