Há bons e maus alimentos. Acostumados com os apelos da propaganda, desviamos o foco daqueles produtos que realmente contêm as quantidades de ferro, zinco, cobre, magnésio, e ômega 3, que o cérebro necessita. Deveríamos voltar os nossos olhos para o levedo de cerveja, que contém vitamina B1, a carne vermelha, que contém ferro, o espinafre que contem magnésio, etc. Por preguiça ou comodidade, acabamos suprindo tudo isso com os vitaminados.
Para o cérebro, o café da manhã é a principal das refeições. Depois de 8 a 10 horas de jejum, ele começa o dia com as suas parcas reservas de açúcar. Para turbiná-lo, usemos queijo, pão integral, leite, café, cereais e frutas. Não é recomendável tomar apenas uma xícara de café ou chá. Estudos mostram que a concentração e a eficiência intelectual são maiores nas pessoas que se alimentam bem de manhã. Diz-se, também, que quem toma um bom café da manhã tem menos chance de engordar.
O chocolate amargo, com 50% de cacau, é perfeito para a nutrição do cérebro. O chocolate branco, muito gorduroso, deve ser evitado. Além do mais, o chocolate é relaxante e antidepressivo. Em qualquer momento do dia, quando sentirmos que as nossas energias estão se esgotando, podemos fazer uso de um quadrado ou dois de chocolate amargo, que logo nos sentiremos restabelecidos.
O excesso de sal é causa da hipertensão. Evitemo-lo, temperando os nossos alimentos com mais condimentos naturais, tais como o gengibre e o alho. Esta recomendação serve também para o açúcar. E mesmo que achemos que comemos pouco sal ou açúcar, fiquemos atentos nos produtos que compramos prontos. Por isso, sempre que possível, olhemos o seu rótulo, com as descrições dos ingredientes utilizados.
É no cérebro que se processa o raciocínio. Deixemo-lo sempre ágil e jovial para que o tenhamos pelo resto de nossa vida.
Fonte: Um Cérebro para a Vida Inteira. Tradução de Ana Valéria Lessa... et al. Rio de Janeiro: Redear’s Digest, 2010, p. 68 a 105 (Vinte Dias Alimentando o Cérebro)
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