29 novembro 2011

Rumo às Energias Renováveis.

A cada ano que passa, a quantidade de lixo (domiciliar e industrial) aumenta sobremaneira: algumas dessas espécies são deixadas nas calçadas; outras, jogadas em córregos, bueiros e rios.

Lembramos, também, dos materiais que poderiam ser reciclados, levando-se em conta os 3 Rs, ou Minimização de resíduos.
Os três 3 Rs são:
1) Reduzir o lixo evitando o desperdício;
2) Reaproveitar tudo o que for possível antes de jogar fora;
3) Reciclar.
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11 novembro 2011

5 Falas dos Líderes

1) Os líderes falam quando há muita coisa em jogo
Depois de uma tragédia nacional, quando uma empresa lança um novo produto, quando um problema de difícil solução surge no centro das atividades de uma organização, é a hora de o líder discursar e fazer a diferença.
2) Os líderes falam como representantes de suas organizações
Os lideres têm que ser eles mesmos, mas quando se pronunciam deve atender aos interesses de suas organizações. Por outro lado, o êxito de qualquer empreendimento depende muito da capacidade de persuasão de seu líder.
3) Os líderes falam o tempo todo
Não só quando é convidado para falar na televisão, no rádio ou em teleconferência. É no dia a dia, ou seja, na conversação com o ascensorista, com o copeiro, ele está exercendo o seu papel de líder, porque irá influenciar positivamente ou negativamente essa pessoa com que teve contacto.
4) Os líderes falam porque esse é o seu trabalho
Os líderes devem estar sempre atentos para com todos os seus funcionários. Suponha que ele tenha um cientista, que não saiba se comunicar, ou mesmo ser persuasivo. Como irá vender o seu produto? "Conhecimento não é poder; comunicação do conhecimento, sim".
5) Os líderes falam para influenciar e inspirar
Eles não estão demasiadamente preocupados em transmitir uma informação, eles falam para comunicar um ponto de vista, uma orientação ou um entusiasmo particular.
Fonte: WITT, Christopher e Dale Fetherling. Líderes de Verdade não Usam PowerPoint: Como Vender suas Ideias e se Autopromover. Tradução de Eduardo Rieche. Rio de Janeiro: BestSeller, 2011.
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08 novembro 2011

Organização e Administração

A Organização, em Administração de Empresas, é a “ciência do rendimento”. Procura aproveitar o máximo possível os recursos existentes, seja de pessoal seja de capital empregado. A organização prepara o funcionamento para a posterior entrada da Administração.

Há várias definições de Organização. Embora conflitantes entre si, todas tendem ao mesmo objetivo final: “A construção de um organismo apto ao trabalho eficiente”.

Eis algumas delas:
  • “Organização é o processo de combinar o trabalho que devem realizar indivíduos ou grupos, com capacidade necessária para a sua execução, de modo que as tarefas assim engendradas sejam a melhor forma de aplicação eficaz, sistemática, positiva e coordenada do esforço disponível”. (Olivier Sheldon)
  • “Organizar é constituir o duplo organismo, material e social da empresa, a fim de muni-la de tudo aquilo que é útil ao seu funcionamento: material, ferramentas, capitais e pessoal”. (Henri Fayol)
  • “Organização é a arte de empregar, eficientemente, todos os recursos disponíveis, a fim de alcançar determinado objetivo”. (Henri Dutton
São fases da organização:
  • a) previsão: é o conhecimento antecipado das necessidades e problemas do organismo, facilita o equacionamento dos fatores necessários à solução dos principais problemas num lapso de tempo que permita o aproveitamento no máximo integral da oportunidade;
  • b) planejamento: é a distribuição racional, no tempo e no espaço, dos elementos necessários à consubstanciação dos objetivos propostos; dá uma visão global do futuro organismo, permitindo a correção de erros com um mínimo de dispêndio;
  • c) implantação: é a efetivação do que foi previsto e planejado.
Em síntese: A Organização prevê, planeja e implanta; a administração, controla, coordena e gerencia.

Fonte de Consulta: EDIPE - ENCICLOPÉDIA DIDÁTICA DE INFORMAÇÃO E PESQUISA EDUCACIONAL. 3. ed. São Paulo: Iracema, 1987.
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04 novembro 2011

Obviamente, Certamente, Claramente

São palavras usadas para persuadir o ouvinte da verdade que se está afirmando. Elas têm o poder da retórica, ou seja, efeito retumbante. Em muitos casos, é justificável o seu uso, pois não podemos desejar, a todo o momento, explicitar as evidências daquilo que estamos tentando expor.

Onde pretendemos chegar com essas observações?

Em muitos casos, o uso de tais termos serve apenas para confirmar um argumento tendencioso ou uma conclusão falsa. Se começarmos o nosso discurso dizendo: “Obviamente, a comunicação de tal médium é verdadeira, porque ele é um médium famoso”, nós estamos substituindo a premissa por esta palavra de persuasão.

Segundo Nigel Warburton, em seu Pensamento Crítico de A a Z, “O uso de palavras de persuasão nem sempre é consciente, particularmente em conversação. Os usuários dessas palavras nem sempre estão tentando convencê-lo de algo que eles sabem não ser verdadeiros; muitas vezes estão apenas usando um modo abreviado para expressar suas próprias convicções”.
De qualquer maneira, cabe-nos, sempre que for possível, passar pelo crivo da razão, da lógica e da coerência aquilo que nos foi exposto.
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