31 outubro 2011

Oratória: A Importância do Treinamento

Muitas pessoas querem falar de improviso, achando que essa atitude é a mais correta para se apresentar a uma plateia. Às vezes, somos pegos de surpresa e temos de nos valer do improviso. Porém, quando formos convidados para desenvolver um determinado assunto, temos que treiná-lo e, se possível, gravando e ouvindo antecipadamente aquilo que pretendemos expressar em público.

Lembremo-nos de que toda vez que falamos em público estamos sendo um comunicador, estamos causando certa impressão em alguém. Nada mais justo que essa impressão possa penetrar no seu âmago, tornando-o ciente daquilo que estamos querendo comunicar. A maneira de dizer algo muda o impacto sobre as pessoas.

Quando um orador se mostra organizado, ele exala mais confiança no público. E como podemos parecer organizado se falamos a esmo, sem direção, sem o público saber do que se trata e onde queremos chegar com o nosso discurso? O treino faz-nos cortar as coisas desnecessárias e irrelevantes. Ajuda-nos, inclusive, a verificar o que deve vir antes e o que deve vir depois. Por isso, uma palestra deve ser curta, focada e objetiva.


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6 Características dos Comunicadores Fora de Série

Organização. Ele não está para perder tempo. Seu objetivo não é impressionar, mas informar, convencer, influenciar, entreter ou esclarecer. Sua mensagem é bem estruturada e claramente definida.

Paixão. O comunicador fora de série exala entusiasmo e convicção. Se ele mesmo não tem paixão pelo seu tema, por que outra pessoa teria? A sua energia contagia e convence.

Carisma. Ele faz tudo ao seu alcance para envolver a plateia. Seduz o seu público com naturalidade.

Naturalidade. Seu estilo está mais próximo de uma conversa do que uma palestra.

Capacidade de entender a platéia. Grandes oradores aprendem tudo sobre a plateia antes de começar a sua palestra.

Determinação para praticar. Quem pratica se desenvolve.

Extraído de: KOEGEL, Timothy J. Como se Tornar um Comunicador Fora de Série: Aprenda a Fazer Apresentações Excepcionais e Conquiste Qualquer Plateia. Tradução de André Costa. Rio de Janeiro: Sextante, 2011.
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29 outubro 2011

Discurso e Vaguidão

Muitas vezes queremos dar ênfase ao nosso discurso e dizemos “as pesquisas mostram que...” e completamos com um pensamento qualquer. A frase “as pesquisas mostram” é muito vaga, pois não apresentamos nenhuma informação específica sobre as referidas pesquisas.

Na qualidade de orador, expositor ou divulgador de ideias, precisamos inteirar-nos dessas pesquisas. Quem conduziu a pesquisa? Quantas pessoas participaram da pesquisa? Local em que as pesquisas foram conduzidas? Que métodos utilizou? Houve alguma comparação com outras pesquisas do mesmo gênero? Suponha que terminada a palestra, alguém queira respostas a essas perguntas. Como atendê-lo, se não as temos em mãos?

O dever do orador é transmitir a verdade ou aproximar-se ao máximo dela. Caso não queiramos nos comprometer, podemos simplesmente mudar a maneira de dizer a mesma coisa, o modo de expressar aquela informação. Em vez de dizermos que “as pesquisas mostram”, expressemos o fato como uma ideia, uma opinião.

Essa lembrança é sumamente importante, porque podemos estar falando coisas simplesmente por falar sem ter consciência das consequências de tais palavras. Observe a vaguidão do discurso político em que se expressam muitas palavras sem dizer nada.

Em matéria de oratória, tenhamos em mente que sempre podemos aprender alguma coisa.
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26 outubro 2011

Cérebro e Pensamento

“Tudo mudou, exceto nosso modo de pensar”. (Albert Einstein)

Folheando o livro Novas Estratégias do Pensamento, de Edward De Bono, tomamos conhecimento que o cérebro só percebe o que está diante dele, geralmente de forma padronizada. Ele responde com padrões fixos. Reagimos ao novo nos termos conhecidos.

Uma pergunta intrigante, retirada deste livro: se você está fazendo bem certa coisa, como essa coisa pode ser ruim? Quando se nos apresentam um problema, tentamos resolvê-lo. Quando algo não vai bem, tentamos acertá-lo. Quando algo está inadequado, tentamos adequá-lo ao padrão. O que fazer quando as coisas estão indo bem? O que é ir bem? Mas, essa mesma coisa não poderia ser melhorada?

Todos estão indo numa certa direção. Se alguém vai em direção contrária, está errado. E, se o que estiver indo em direção contrária, estiver certo? A história não está repleta desses exemplos?

De Bono afirma que: “O cérebro foi concebido para aprender por meio de repetidas exposições. Aos poucos os padrões vão se formando. Depois, esses padrões são usados em ocasiões futuras. A opção pelo padrão apropriado depende do juízo. Não existe no cérebro um mecanismo natural para o pensamento criativo ou para o pensamento projetivo. Queremos saber ‘o que é’ para podermos responder com um padrão rotineiro conhecido e comprovadamente eficiente.”
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12 outubro 2011

O Professor e a Tecnologia da Informática

Antigamente, tínhamos aula de caligrafia e um caderno para cada matéria; muita coisa era feita com o lápis. O quadro negro, como era chamado, servia para quase tudo numa sala de aula. O professor escrevia na lousa e nós copiávamos a matéria.

Hoje, estamos na era da informática. O aluno já nasce “antenado” com a nova tecnologia, que já faz parte da vida dele. A idade em que as pessoas já querem um celular vai diminuindo cada vez mais.

No Olhar Digital, programa da RedeTV, que vai ao ar aos domingos, às 15h40min, assistimos a uma reportagem em que todos os alunos de uma classe tinham um laptop pessoal.

Em vista disso, perguntamos: qual a função do professor diante da nova tecnologia da informática? Como mudar um hábito, arraigado ao longo do tempo? Como nos adaptarmos aos novos rumos do mundo moderno? Este parece ser o grande problema que os professores e alunos deverão enfrentar.
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