18 fevereiro 2011

Aprendizagem pela Ação

A aprendizagem pela ação é uma ferramenta de solução de problemas que tem a capacidade de formar, ao mesmo tempo, líderes, equipes e organizações bem-sucedidas. Esta técnica é utilizada por empresas, tais como, Boeing, Samsung, por instituições públicas e por pequenas e médias empresas em todo o mundo.

Trabalha-se com pequenos grupos.

Os componentes: 1) PROBLEMA; 2) GRUPO; 3) PERGUNTAS; 4) AÇÃO; 5) APRENDIZADO; 6) TREINADOR.

Problema: projeto, dificuldade, oportunidade, questão ou tarefa.

Grupo: composto de 4 a 8 pessoas, com formações diversas, para ter várias perspectivas do assunto em questão.

O processo de questionamento investigativo e do ouvir reflexivo. Aqui, o questionamento está acima das afirmações e opiniões. Deve-se focar a pergunta certa, não a resposta certa.

Ação para resolução de problema. Requer que o grupo seja capaz de tomar providências em relação ao problema no qual está trabalhando. Se o grupo servir apenas para fazer recomendações, perderá sua energia, criatividade e dedicação.

Compromisso com o aprendizado. O aprendizado alcançado por meio desse processo tem maior valor estratégico para a empresa do que a vantagem tática obtida com uma correção prematura do problema.

O treinador da metodologia. O treinador é necessário para que o grupo se concentre no mais importante (isto é, o aprendizado) e também no que é urgente (a solução do problema). Por meio de uma série de perguntas, o treinador induz os membros do grupo a refletirem sobre sua forma de ouvir, como reformularem o problema e como dão feedback uns aos outros.

De acordo com o autor, o poder da aprendizagem pela ação atinge o auge quando os seis compromissos estão em operação.

Extraído de: MARQUARD, Michael J. O Poder da Aprendizagem pela Ação: Como Solucionar Problemas e Desenvolver Líderes em Tempo Real. Tradução de Anna Lobo. Rio de Janeiro: Senac Rio, 2005.

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08 fevereiro 2011

Por que Pesquisar?

Pesquisar é reunir informações necessárias para encontrar respostas para uma pergunta e assim chegar à solução de um problema. Sabemos que pesquisas feitas por outras pessoas determinam a maior parte daquilo que acreditamos. Por isso, sem as pesquisas confiáveis publicadas, seríamos prisioneiros apenas do que vemos e ouvimos, o que poderia nos acarretar um conhecimento extremamente preconceituoso.

Há basicamente três razões para colocarmos no papel os assuntos que pesquisamos: 1.ª) ao escrevermos, lembramos do que pesquisamos; não o escrevendo, poderemos lembrá-lo de modo incorreto; 2.ª) serve para vermos com maior clareza as relações entre as nossas ideias: descobrimos novos valores que poderiam ter passado despercebidos; 3.ª) ao colocarmos os pensamentos no papel, uma nova luz se forma.

A elaboração de um documento formal faz-nos escrever para os outros, o que é muito mais difícil do que escrevermos para nós mesmos. Percebemos como as coisas realmente são e não como gostaríamos que fossem. É possível, nesse caso, descobrirmos erros e os corrigirmos. Ao apresentarmos o resultado da pesquisa por escrito, estaremos nos desvencilhando de opiniões, desejos e preconceitos, o que nos possibilita produzir um conhecimento novo.

Todos nós deveríamos nos exercitar em colocar no papel aquilo que lemos e ouvimos. Com isso, tornamo-nos mais meticuloso, mais exigente e mais crítico com relação ao estoque de informações que nos chega a cada momento.

Fonte

BOOTH, Wayne C., COLOMB, Gregory G. e WILLIAMS, Joseph M. A Arte da Pesquisa. Tradução Henrique A. Rego Monteiro. 2. ed., São Paulo: Martins Fontes, 2008. (Ferramentas)

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