06 abril 2011

Internet: Cérebros Conectados

“O que faz da Internet tão poderosa são os bilhões de computadores ligados uns aos outros, trabalhando para o benefício do usuário”.

A palavra Internet tem sido muito usada. Algumas frases: “Vou entrar na Internet”; “Como está a sua Internet?”; “Preciso entrar na internet para verificar os meus e-mails”; “Estou navegando na Internet”; “Quero pesquisar na Internet para ver se encontro um endereço, um produto, uma pessoa”. Cada um tem os seus motivos. O concreto é que o seu uso aumenta a cada dia que passa, e tende a aumentar ainda mais no futuro.

Jeffrey M. Stibel, em seu livro Wired for Thought: How the brain is shaping the future of the Internet (Fios para o Pensamento: Como o cérebro está moldando o futuro da Internet), descreve o processo pelo qual um cérebro se conecta com outros cérebros, enfatizando que a grande rede de computadores nada mais é do que cérebros pulsando como os próprios neurônios do cérebro humano.

No passado, para dirimirmos uma dúvida demorava muito, caso não tivéssemos uma fonte de pesquisa ao nosso lado. Precisávamos nos deslocar para uma biblioteca e lá pesquisarmos em dicionários e enciclopédias. Com a Internet, a dúvida se desfaz em instantes: basta colocarmos a palavra nos sites de busca e lá temos o resultado de imediato. Um exemplo: ao tentarmos escrever a palavra Nietzsche, de grafia difícil, basta que a coloquemos nesses sites e, pronto, temos a grafia correta.

Observe Wikipédia, a enciclopédia livre. Todos podem ajudar na veiculação de uma palavra, acrescentando mais informações sobre o que já foi escrito por outro internauta. 

Quando colocamos uma informação na rede, ela fica como uma espécie de banco de dados, para futura pesquisa, para futuro aproveitamento de alguma outra pessoa.

Na Internet, podemos fazer qualquer pergunta, e invariavelmente teremos uma resposta.

Na Internet, lembremo-nos de que devemos navegar sem naufragar.

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