20 agosto 2009

Feedback de 360 graus

A principal razão de uma avaliação é melhorar o desempenho do indivíduo — e, consequentemente, o da organização. Para isso, a avaliação tem que corresponder às necessidades pessoais e estar disponível a todos os indivíduos da empresa.

Para o crescimento de uma empresa, a avaliação dos níveis mais altos pelos níveis mais baixos, é de suma importância.

O feedback de 360 graus envolve o gerente, os subordinados, os chefes e até os clientes, que expressam suas opiniões sobre o desempenho do gerente — em geral, por meio de um questionário.

Dentre os métodos de avaliação, o feedback de 360 graus fornece uma visão mais completa do desempenho do indivíduo, pois grupos diferentes veem o indivíduo em circunstâncias e situações diversas. Nesse caso, podem fornecer dados mais completos do que a avaliação feita apenas pelo chefe.

Fonte

CRAINER, Stuart. Grandes Pensadores da Administração. Tradução de Priscilla Martins Celeste. São Paulo: Futura, 2000.
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18 agosto 2009

Tics - Tecnologias da Informação e Comunicação

A tecnologia da informação e comunicação engloba computadores, internet, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga...

Do ponto de vista do aprendizado, essas ferramentas devem colaborar para trabalhar com conteúdos. Não faz sentido, por exemplo, ver o crescimento de uma semente numa animação se podemos ter a experiência real.

O fundamental é familiarizar-se com o básico do computador e da internet: processador de texto, planilha eletrônica, mecanismo de busca...

Blog, fotologs... Cada um é responsável pelo que publica.

Na internet, procurar sempre sites seguros.

Fonte: Nova Escola: A Revista de quem Educa, nº 223, junho/julho de 2009.

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Cenários Futuros, de Naisbitt

"A história da civilização é uma história da comunicação. Se a comunicação deixa de ser verbal e passa a ser visual, precisamos aprender uma linguagem nova para interagir".

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14 agosto 2009

Onze Modelos Mentais de Naisbitt

"Convido-o a ler O Líder do Futuro não com sua mente lógico-racional, mas procurando ir além. Muito além. Esteja com todos os seus sensores ligados. Observe as entrelinhas. Capte sutilezas pelo conjunto. Use seu fuzzy thinking, sua lógica difusa".

No link abaixo, há algumas frases e pensamentos (cópia) da primeira parte do livro.

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07 agosto 2009

Palavra

A palavra é a matéria-prima do orador. Ela pode estar revestida por uma imagem, por um gesto, por um silêncio, mas ainda assim é palavra. O correio eletrônico, os websites e os fóruns de debates, na rede da Internet, nada mais são do que uma extensão da palavra. Pergunta-se:
  • Que significa o termo palavra?
  • Qual sua origem?
  • E o seu mecanismo?
  • Há maneiras mais adequadas de se proferir a palavra justa?


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Ouvir as Pessoas

As pessoas têm ouvidos e escutam muito bem. Estão longe, porém, de adquirir as habilidades que as tornem ouvintes eficazes.
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Linguagem e Comunicação

Há palavras que só devem ser empregadas corretamente por quem as compreenda.

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Teoria U e a Resposta para a Crise

Otto Scharmer, criador da Teoria U, afirma que a relação entre a economia financeira e a economia real entrou em crise, e é preciso um esforço de “liderança coletiva”, uma nova visão da gestão, que passa pela “liderança coletiva”.

Artigo (em pdf) de Otto Scharmer
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Futuro do Negócio é Grátis

"Por muitos anos, usuários do webmail tiveram de pagar pelo armazenamento de suas mensagens. Até que um dia, como os custos de armazenar caíam mais e mais no ciberespaço, o Google foi atrás de novos clientes oferecendo 1 gigabyte grátis para cada um".

Artigo (em pdf) de Chris Anderson
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06 agosto 2009

Princípio da Pirâmide

Há duas formas de comunicação: dos fatos para a conclusão... Ou da conclusão para os fatos. O princípio da pirâmide faz nos escrever de trás para a frente, entendendo que, com isso, vai-se direto ao ponto.


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Métodos de Ensino

Método. Do grego méthodos  “caminho para chegar a um fim”. Processo ou técnica de ensino. O método depende dos propósitos que se tenha, da habilidade do professor ou líder, da disposição do aluno, do tamanho do grupo, do tempo disponível e dos materiais de trabalho. Os mais comuns são:

Preleção. É o método clássico, onde o orador faz seu discurso diante do auditório. Use-o quando vai dar informação, quando os discípulos já estão interessados e quando o grupo é demasiado grande para empregar outros métodos. Vantagens: transmissão de grande quantidade de informações em pouco tempo; pode ser empregado com grupos grandes; requer uso de pouco material. Limitaçõesimpede que o aluno participe contestando; dificulta o poder de retenção; poucos conferencistas são bons oradores.

Dinâmica de Grupo. É a divisão de um grupo grande em diversas equipes. Estas equipes discutem problemas já assinalados anteriormente, geralmente com o propósito de informar depois ao grupo maior. Use-o quando o grupo é demasiadamente grande para que todos os membros participem; quando se exploram vários aspectos de um assunto; quando o tempo é limitado. Vantagens estimula os alunos tímidos; desperta um sentimento cordial de amizade; desenvolve a habilidade para dirigir. Limitações  pode ser o resultado de um conjunto de deficiência; os grupos podem desviar-se do assunto em questão; a direção pode ser mal organizada.

Debate OrientadoO debate é o método no qual os oradores apresentam seus pontos de vista e falam pró ou contra uma determinada proposição. Use-o quando os assuntos requeiram sutileza; para estimular a análise; para apresentar diferentes pontos de vista. Vantagens  apresenta os dois aspectos de um problema; aprofunda os assuntos em discussão; desperta o interesse. Limitações – o desejo de “ganhar” pode ser demasiadamente enfatizado; requer muita preparação; pode produzir demasiada emoção. 

Outros Métodos:

Maiêutica  método socrático, onde o instrutor desenvolve sua exposição fazendo perguntas aos alunos. Deve-se evitar o pseudo-diálogo;
Cochicho  durante a aula, permitir que pares de alunos conversem sobre o tema em questão;
Brain storming  deixar espaço para a criatividade, onde cada aluno é livre para falar o que quiser, sem medo de reproche;
Exame - é considerado um método, porque permite ao aluno reorganizar a matéria dada.



Mesa Redonda. É um encontro entre várias pessoas para discutir um tema específico. Durante a reunião, um moderador permite que cada integrante do grupo possa expressar livremente seus pensamentos. Às vezes serve para aprofundar temas; outras vezes pode chegar a conclusões com poder de decisão legal sobre algum tópico importante.

A mesa redonda funciona da seguinte forma: há as pessoas com conhecimento técnico sobre o tema. O coordenador do evento tem a incumbência de iniciar a discussão e apresentar os expositores. Estes geralmente têm um tempo para ler o seu trabalho; depois, segue-se o debate com o público presente. 


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Ilustração para Palestras

Frases, sentenças, anotações e pensamentos para serem proferidos num discurso oratório.
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Gestos e Gesticulação

gestualidade é o comportamento do corpo que abrange gestos (em movimento) e atitudes ou posturas (parados). É a linguagem do corpo: “sermo corporis” O Corpo fala através de gestos e atitudes que acompanham significativamente a pronunciação. Dentro da gestualidade se destaca uma nova área de investigação: a proxêmica. A proxêmica estuda a significação da gestualidade em relação com o espaço. O orador se movimenta no espaço entre ele e o público de modo pertinente. Ora se situa num plano mais elevado ou mais baixo ou no mesmo nível; ou se distancia ou se aproxima com segundas intenções. 

Gesto. Ato ou ação por meio do qual se dá força às palavras. deve ser feito sem exagero e sem excessos, isto é, com naturalidade e elegância. Lembrar sempre que ele é apenas a essência, tão somente, do que se quer exprimir. Deve preceder à palavra ou acompanhá-la, nunca sucedê-la. Se anteceder, prepara o efeito da palavra; se acompanhá-la, reforça-a; se suceder, perde sua força.

Postura, Olhar e Maneirismos. Evite-se a postura displicente, como falar sentado na cadeira ou encostado em alguma coisa. Jamais sentar-se sobre a mesa. O olhar do expositor deve percorrer a platéia inteira, não circunscrevendo a atenção para esse ou aquele lado, em especial. Evitar os maneirismos, isto é, torcer os dedos, mexer na roupa, estalar os dedos, esfregar as mãos, bater palmas ou tocar amiudamente objetos sobre a mesa.

Gestos da Cabeça, dos Dedos e das Mãos. Cabeça. Se pender, indica humilhação; muito elevada, arrogância; caída para os lados, lassidão; se firme, imobilizada, olhar fixo, lábios fechados, dará a impressão de energia feroz. Dedos. Devem permanecer levemente abertos e curvados. O dedo indicador em riste é acusador; unido ao polegar é doutoral, de quem ensina; abertos o polegar, o indicador e o médio, é o gesto de quem explica, explana. Mãos. O movimento das mãos deve ser sóbrio, variado, evitando o movimento nervoso.

Alguns Gestos Fundamentais 
  • Repelir – Recuar um pouco o peito, erguer a cabeça, gesto da palma da mão volvida para baixo até a altura do peito;
  • Defesa – Erguem-se as mãos à altura do peito, palma aberta para fora;
  • Desolação – As mãos caem, palmas abertas para fora;
  • Pedir – Quando se pede, elevam-se as mãos até o peito, palmas para cima, movimento trêmulo;
  • Aceitar – Leve avanço da cabeça que baixa, peito para frente, palma da mão aberta para cima, até a altura do peito.

Espontaneidade. Nem prender as mãos, tornando-as imóveis, nem as lançando para trás, imobilizando-as, nem adotando gesticulação teatral exagerada. A melhor atitude perante os próprios gestos é esquecer as mãos, e falar com naturalidade, deixando que elas procedam como procedem quando conversamos. 

Apresentação em PowerPoint

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Dicção e Impostação da Voz

Autoconsciência. Conhecer a própria voz e suas possibilidades será a primeira atitude do expositor que deseje educá-la, para que se faça agradável a quem ouve. A experiência de pessoas que ouviram a própria voz gravada é de que a maioria manifesta estranheza, onde se conclui que a maioria desconhece os recursos verbais de que dispõe.

Respiração. A base da voz é a respiração. A respiração correta é aquela que enche os pulmões de ar, aumentando o fôlego. Para isso, deve-se respirar através do  diafragma, ou, pela barriga. Pulmões repletos permitem um alcance maior de voz, que, assim, ganha em poder. Educar a saída do ar. A garganta e a boca devem se abrir farta e tranquilamente, ao falar; todos os músculos faciais e o aparelho de fonação necessitam estar relaxados, para evitar mudanças e defeitos de voz, como hipertonia vocal (falar alto em demasia) ou hipotonia (falar muito baixo).

Pronúncia, pontuação e entonação. Pronúncia. Dizer as palavras inteiras, evitando “engolir” sílabas, sobretudo as de final de frase, mantendo ritmo e tonalidade. Pontuação. É profundamente vinculada à respiração. O ideal é dizer o texto em tom conversativo, de modo natural e respirando nos pontos e pontos-e-vírgula. Entonação. O “colorido” da voz que deverá variar, de maneira a não tornar monótona a palestra, cansando o público. Há vários tipos de tonalidade, que podem ser treinados pelo expositor: a voz de ouro, de prata, de bronze e de veludo.

Sinal enfáticoO orador deve saber não apenas entonar a voz de acordo com a emoção do assunto, mas precisa também dar às palavras a ênfase que merecem. Uma frase pode ter seu sentido completamente adulterado, se não colocarmos o sinal enfático no lugar certo. Atentando na pergunta: “Você abriu a porta?”, se a ênfase for dada a você, a pessoa indagada será influenciada a responder: “Sim, eu”. No caso de  abriu, ela responderá: “Sim, abri” e em  porta, ela retrucará:  “Sim, foi a porta”.

Um exemploAnalisemos a seguinte frase: “Lá os vi, em uma sala menor, talvez que metade desta, seis, ou oito, sentados nas camas onde dormiam”. Lá os vi (pausa, ergue-se um pouco a voz, quando se pronuncia a sílaba  vi); em uma sala menor (no em uma volta-se ao tom anterior, erguendo-se quando da última sílaba nor, no mesmo tom da anterior vi); talvez que metade desta (aqui estamos num parêntese, o tom deve descer para diferenciar-se bem do tom das palavras anteriores, baixando-se a voz em desta, e pausa curta); seis, ou oito (volta-se ao tom anterior, aumentando-lhe um pouco quando se pronuncia) ou oito (prolongando-se na sílaba oi; pausa); sentados nas camas onde dormiam (baixa-se a voz, prolonga-se na sílaba ta, pronunciando-se o resto da frase em tom normal,  baixando afinal em  iam,  pois é o fim do período).

Educação da vozSegundo o Espírito Emmanuel, deveríamos “educar a voz, para que se faça construtiva e agradável”. Quem se preocupa com a palavra, aumenta suas chances como orador.

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Comunicação Interpessoal

COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL é essencialmente um processo interativo e didático (de pessoa a pessoa) em que o emissor constrói significados e desenvolve expectativas na mente do receptor.


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Confiança e Determinação

Malogros. Quem não os sofre? Estímulo. Se nós não nos ampararmos, quem nos amparará?

Deve aquele que fala possuir temperamento expansivo para comunicar por meio da palavra, as idéias e os fatos; manter o máximo a serenidade de espírito e o domínio de si mesmo; possuir sensibilidade apurada, que o faça capaz de perceber rapidamente o efeito de suas palavras no espírito dos ouvintes; ter firmeza nas convicções e expô-las de modo veemente; conhecer amplamente o assunto de que vai tratar e ter suficiente cultura geral para eventuais digressões, ou para reforçar a sua exposição; possuir certo magnetismo pessoal e usar de atenciosa amabilidade para com os que o escutam.

Você não é a única pessoa que tem medo de falar em público. Pesquisas universitárias norte-americanas comprovaram que 80% ou 90% das pessoas temem falar em público. Acredite no que vai dizer. A dúvida deita raios de morte. Fale ao cérebro e ao coração. Enriqueça seu vocabulário, lendo com dicionário. O conhecimento vocabular é fundamental.

O público aprecia os homens de atitude serena e corajosa, os que sabem falar com bom timbre e com triunfante galhardia, pois se convence tanto pelas maneiras do orador quanto pela exposição de suas idéias. Sendo assim, para dominar o auditório, o tribuno deve ter o espírito de autoconfiança, com o que poderá vencer a timidez natural, evitar o excesso de reflexão, não sentir a dificuldade de concentração, manter afastadas de si a suscetibilidade e a impulsividade.

Antes de subir ao tablado, respirar lenta e profundamente, relaxar os músculos, manter-se altivo, curvando-se um pouco; em seguida, subir ao tablado rapidamente e começar a falar, fixando o pensamento apenas no assunto do discurso. Após as primeiras frases, o receio desaparecerá por completo. Para isto, o principiante deve tomar algumas precauções, tais sejam, não falar de estômago vazio, o que tende a aumentar a intensidade das reações psicológicas; enfrentar, primeiramente, um auditório que possa ser favorável ao seu sucesso para que adquira energia e confiança, com os quais se apresentará em futuras oportunidades.



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Recursos Audiovisuais

A confecção de cartaz (slide) caracteriza-se por apresentar, através de ilustrações, textos reduzidos e cores, uma mensagem clara e direta do tema escolhido. As ilustrações assemelham-se ao slogan, que exprime numa frase a idéia central do que se quer transmitir.
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